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	<title>Arquivo de servidoras - Plamjur News</title>
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	<title>Arquivo de servidoras - Plamjur News</title>
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		<title>CNJ pune juíza do RJ por delegar atos da magistratura a servidoras.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2023 14:36:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Conselho Nacional de Justiça aplicou pena de disponibilidade a uma juíza de...</p>
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<p>O Plenário do Conselho Nacional de Justiça aplicou pena de disponibilidade a uma juíza de Direito do Rio de Janeiro que designou servidoras para desempenhar funções específicas da magistratura, como a formulação de sentenças.</p>



<p>A disponibilidade consiste no afastamento da função com recebimento de vencimentos proporcionais ao tempo de serviço. Durante o período, a magistrada não poderá exercer outras funções, como advocacia ou cargo público.</p>



<p>A juíza respondeu ao processo administrativo disciplinar (PAD) por delegar atos a servidoras e promover audiências simultâneas, sem a sua presença, em Juizados Especiais de&nbsp;Guapimirim (RJ) e do Fórum Regional de Vila Inhomirim, em Magé (RJ).</p>



<p>No julgamento, o corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão, explicou que os servidores podem ajudar os magistrados durante o julgamento, mas tal auxílio &#8220;não pode ser confundido com o ato de presidir&#8221;.</p>



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<p>As servidoras do caso concreto apreciaram pedidos formulados pelas partes,&nbsp;proferiram sentenças e promoveram audiências em processos sensíveis (de violência doméstica, por exemplo) sem a presença da juíza.</p>



<p>A conselheira Jane Granzoto acrescentou que a magistrada punida&nbsp;emprestou a sua assinatura digital às subordinadas, o que&nbsp;já configura infração disciplinar.</p>



<p>&#8220;O que se vê nos autos não é a constatação de simples culpa, omissão ou negligência, mas sim uma completa indiferença pelo dever de presidir audiências de instrução e de julgamentos, proferir sentenças, deferir provas e, consequentemente, de garantir a adequada prestação jurisdicional às vítimas de violência doméstica e aos mais vulneráveis&#8221;, opinou o conselheiro relator,&nbsp;Sidney Madruga. &#8220;É direito fundamental do cidadão que seu pleito seja analisado por juiz togado&#8221;.</p>



<p>Ele também observou que a juíza constou como responsável pela condução de audiências diversas ocorridas no mesmo horário. &#8220;Seria humanamente impossível que ela estivesse em dois lugares ao mesmo tempo&#8221;, concluiu. <em>Com informações da assessoria de imprensa do CNJ</em>.</p>



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