<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de justa causa - Plamjur News</title>
	<atom:link href="https://plamjurbrasil.com/tag/justa-causa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://plamjurbrasil.com/tag/justa-causa/</link>
	<description>Seu canal de notícias jurídicas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 31 Oct 2023 15:45:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.1</generator>

<image>
	<url>https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-logo-plamjur-fundo-transparente-1-300x93-opdb-op5de7e678671e31-39365977__opdb-op5de7e678671e31-39365977-32x32.webp</url>
	<title>Arquivo de justa causa - Plamjur News</title>
	<link>https://plamjurbrasil.com/tag/justa-causa/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Incitar greve em grupo fechado do WhatsApp não configura justa causa.</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/trabalhista/incitar-greve-em-grupo-fechado-do-whatsapp-nao-configura-justa-causa/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/trabalhista/incitar-greve-em-grupo-fechado-do-whatsapp-nao-configura-justa-causa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 15:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[grupo em whatsapp]]></category>
		<category><![CDATA[incitar greve]]></category>
		<category><![CDATA[justa causa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1634</guid>

					<description><![CDATA[<p>TRT-2 destacou que greve é direito constitucionalmente reconhecido dos trabalhadores e que a sugestão de...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/trabalhista/incitar-greve-em-grupo-fechado-do-whatsapp-nao-configura-justa-causa/">Incitar greve em grupo fechado do WhatsApp não configura justa causa.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>TRT-2 destacou que greve é direito constitucionalmente reconhecido dos trabalhadores e que a sugestão de paralisação &#8220;não representa, de nenhuma forma, ofensa ao empregador&#8221;.</p>



<p>A 4ª turma do TRT da 2ª região afastou a justa causa e converteu em imotivada a dispensa de um motorista de ônibus por supostas críticas ao empregador e incitação a greve feitas em grupo de WhatsApp. Para os magistrados, comentários em grupo fechado de colegas de trabalho não constituem ofensa à honra ou à boa fama da empresa e não configuram justa causa. A decisão reverte entendimento de 1º grau.</p>



<p>Segundo o empregador, o homem teria difamado a firma a outros motoristas em grupo de troca de mensagens, o que não ficou comprovado nos autos. O preposto da viação declarou no processo que o desligamento do empregado teria se dado após difamação e incitação dos demais profissionais a greve.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-2-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1635" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-2-1-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-2-1-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-2-1-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-2-1-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-2-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O relator do acórdão, desembargador Paulo Sérgio Jakutis, destacou que a greve é direito constitucionalmente reconhecido dos trabalhadores e que a sugestão de paralisação &#8220;não representa, de nenhuma forma, ofensa ao empregador&#8221;. O magistrado ponderou ainda que, mesmo que o empregado tivesse se rebelado contra o patrão no grupo exclusivo dos motoristas, não haveria justa causa.</p>



<p>E lembra que críticas ao empregador feitas por colegas que vivenciam as mesmas realidades, relacionadas à defesa dos interesses dos trabalhadores, não se enquadram na letra &#8220;k&#8221; do art. 482 da CLT &#8211; que prevê que ato lesivo da honra ou da boa fama ou ofensas físicas praticadas contra o empregador e superiores, salvo em caso de legítima defesa, constituem justa causa para rescisão contratual.</p>



<p>&#8220;Não fosse assim, a prática sindical estaria alijada da realidade do nosso país, na medida em que, em última análise, a liberdade de crítica ao comportamento do empregador é indispensável para que os direitos e interesses dos trabalhadores possam ser efetivamente defendidos&#8221;, afirma o julgador.</p>



<p>A condenação obriga o pagamento das verbas relativas à dispensa sem justa causa e reflexos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png" alt="" class="wp-image-832" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/trabalhista/incitar-greve-em-grupo-fechado-do-whatsapp-nao-configura-justa-causa/">Incitar greve em grupo fechado do WhatsApp não configura justa causa.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/trabalhista/incitar-greve-em-grupo-fechado-do-whatsapp-nao-configura-justa-causa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TRT-3 mantém justa causa de trabalhador que negou vacina da covid-19.</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/tribunal/trt-3-mantem-justa-causa-de-trabalhador-que-negou-vacina-da-covid-19/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/tribunal/trt-3-mantem-justa-causa-de-trabalhador-que-negou-vacina-da-covid-19/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2023 19:06:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[justa causa]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador negou tomar vacina]]></category>
		<category><![CDATA[trt]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1180</guid>

					<description><![CDATA[<p>Turma reconheceu a legalidade da medida e afastou a existência de dispensa discriminatória, sendo negado...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/tribunal/trt-3-mantem-justa-causa-de-trabalhador-que-negou-vacina-da-covid-19/">TRT-3 mantém justa causa de trabalhador que negou vacina da covid-19.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Turma reconheceu a legalidade da medida e afastou a existência de dispensa discriminatória, sendo negado provimento ao recurso.</p>



<p>3ª turma do TRT da 3ª região reconheceu ser legal a dispensa por justa causa de um trabalhador que se recusou a se vacinar contra a covid-19. Colegiado&nbsp;entendeu que a conduta do empregado deve mesmo ser considerada falta grave a ensejar a dispensa por justa causa.</p>



<p>Na ação, consta que um&nbsp;vendedor externo&nbsp;de uma grande empresa de produção de alimentos foi dispensado em outubro/2021, por se recusar a tomar a vacina da covid-19, obrigatório para continuidade das atividades na empresa.</p>



<p>Incoformado, ele ajuizou ação pedindo contra a empresa, pedindo anulidade da justa causa, com o pagamento das verbas devidas no caso de rescisão imotivada e indenização por danos morais, ao argumento de que teria sido vítima de dispensa discriminatória, o que também foi afastado pelos julgadores.</p>



<p>Sentença oriunda da 2ª vara do Trabalho de Uberlândia/MG já havia negado os pedidos formulados pelo vendedor, na ação que ele ajuizou contra a ex-empregadora. Ao atuar como relator do recurso do trabalhador, o juiz convocado Marco Túlio Machado Santos, cujo voto foi acolhido pelos demais julgadores, entendeu que a conduta do empregado deve mesmo ser considerada falta grave a ensejar a dispensa por justa causa.</p>



<p>Nesse contexto, foi mantida a sentença que reconheceu a legalidade da medida e afastou a existência de dispensa discriminatória, sendo negado provimento ao recurso.</p>



<p> &#8220;Os direitos individuais não podem se sobrepor aos legítimos direitos e interesses coletivos e da sociedade, diante da inexistência de direitos absolutos do cidadão. O autor não se vacinou simplesmente porque não quis e seu ato deve mesmo ser considerado falta grave a ensejar a dispensa por justa causa, não havendo falar em dispensa discriminatória.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-2-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1181" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-2-1-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-2-1-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-2-1-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-2-1-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-2-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Os argumentos do trabalhador</strong></p>



<p>O vendedor sustentou que não cometeu falta grave, ao não se vacinar contra a covid-19. Ressaltou que era trabalhador externo, não se dirigia à sede da empresa para nenhum tipo de atividade e participava de reuniões exclusivamente virtuais, e, dessa forma, não expunha a risco os empregados da empresa.</p>



<p>Argumentou, ainda: &#8220;que há garantia constitucional de que ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei, tampouco por determinação baseada em tese do STF; que não pode ser constrangido a submeter-se, com risco de vida, a qualquer tratamento, tendo em vista inexistir legislação que o obrigue a cumprir normas que ferem o princípio constitucional que lhe é garantido&#8221;.</p>



<p>Mas, ao considerar legal a justa causa aplicada pela empresa ao ex-empregado, o relator ressaltou que a lei federal 13.979/20 dispôs sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus e, em seu artigo 3º, listou um rol de medidas, entre as quais incluiu, na alínea &#8220;d&#8221;, inciso III, a realização de vacinação compulsória, tendo priorizado a prevalência do interesse da coletividade em detrimento do individual.</p>



<p><strong>Circunstâncias do caso</strong></p>



<p>Não houve dúvida, por ser fato incontroverso no processo, de que o trabalhador foi dispensado por justa causa por ter se recusado a se vacinar contra a covid-19. Segundo o apurado pelo julgador, diante do cenário de pandemia instaurado, a empresa recomendou a vacinação a todos os seus empregados e solicitou o envio do comprovante ao setor de Recursos Humanos, para aqueles que, por questões de saúde, não pudessem se vacinar, que fosse apresentada a devida justificativa para a empresa.</p>



<p>Ficou provado ainda que a empresa criou meios de comunicação interna para estimular a vacinação, incluindo a possibilidade de acionar uma equipe médica para orientações gerais, tirar dúvidas e responder questionamentos.</p>



<p>Em sua análise, o relator observou que &#8220;o reclamante não se vacinou contra a covid-19 por mera liberalidade dele, sem qualquer justificativa médica&#8221;. A recusa lhe ocasionou uma advertência, uma suspensão e sindicância interna, na qual o empregado teve a oportunidade de relatar que a razão para não se vacinar era por motivos religiosos.</p>



<p><strong>Risco à saúde da coletividade e dos clientes da empresa</strong></p>



<p>Conforme pontuado pelo relator, a função de vendedor externo desempenhada pelo autor o expunha a contato com outras pessoas, pois suas atribuições se davam exclusivamente fora da empresa, realizando vendas e visitas a clientes.</p>



<p>&#8220;Dessa forma, para o desempenho diário de suas atividades, o reclamante estava diretamente ligado a clientes da empresa ré, os quais eram regularmente visitados e tinham contato presencial com o reclamante, que colocava a vida destes em risco&#8221;, registrou o juiz convocado.</p>



<p>De acordo com o entendimento adotado na decisão, ao se recusar a se vacinar contra a covid-19, de forma deliberada, o empregado colocou em risco a saúde da coletividade onde convive, bem como dos clientes da empresa, deixando de se atentar para o fato de a vacinação ser medida necessária para contenção da pandemia que, então, assolava todo o território nacional desde 2020.</p>



<p>&#8220;A vacinação é essencial para reduzir a transmissão da doença e um empregado sem a imunização pode representar risco a todos, inclusive, aos clientes da empresa reclamada, como é o caso. O autor não se vacinou simplesmente porque não quis, preferindo arcar com as consequências do seu ato impensado, a maior delas, a dispensa motivada&#8221;, frisou o relator.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png" alt="" class="wp-image-832" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/tribunal/trt-3-mantem-justa-causa-de-trabalhador-que-negou-vacina-da-covid-19/">TRT-3 mantém justa causa de trabalhador que negou vacina da covid-19.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/tribunal/trt-3-mantem-justa-causa-de-trabalhador-que-negou-vacina-da-covid-19/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Juiz mantém justa causa de empregada que agrediu colegas de trabalho.</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/direito/juiz-mantem-justa-causa-de-empregada-que-agrediu-colegas-de-trabalho/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/direito/juiz-mantem-justa-causa-de-empregada-que-agrediu-colegas-de-trabalho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 14:05:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[agressão]]></category>
		<category><![CDATA[colegas de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[empregada]]></category>
		<category><![CDATA[juiz]]></category>
		<category><![CDATA[justa causa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1041</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por constatar a prática de ato lesivo à honra ou à boa fama e de...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/direito/juiz-mantem-justa-causa-de-empregada-que-agrediu-colegas-de-trabalho/">Juiz mantém justa causa de empregada que agrediu colegas de trabalho.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por constatar a prática de ato lesivo à honra ou à boa fama e de ofensas físicas no serviço, o juiz Carlos Eduardo Andrade Gratão, da Vara do Trabalho de Caldas Novas (GO), manteve a justa causa da dispensa aplicada a uma funcionária de uma empresa alimentícia.</p>



<p>A mulher havia acionado a Justiça para pedir uma série de direitos e verbas trabalhistas. Ela alegou desconhecer o motivo pelo qual foi dispensada.</p>



<p>Em defesa da empresa, o advogado Diêgo Vilela explicou que a autora foi dispensada por justa causa após agredir duas colegas de trabalho — uma delas verbalmente, chamando-a de &#8220;vagabunda&#8221;, e a outra fisicamente, com um empurrão.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-6-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1042" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-6-1-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-6-1-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-6-1-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-6-1-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-6-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Com base nos depoimentos de testemunhas, o juiz Carlos Gratão confirmou a versão da empresa. &#8220;A prova oral revelou que sempre a reclamante esteve ciente dos fatos que cometeu&#8221;, assinalou o magistrado. A autora também esteve ciente do documento que assinou ao ser dispensada.</p>



<p>Segundo o juiz, em casos do tipo, o empregador não precisa aplicar penalidades de forma gradativa (ou seja, primeiramente uma advertência, depois uma suspensão etc.), &#8220;já que se revela ato faltoso gravíssimo o suficiente para a justa causa&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png" alt="" class="wp-image-832" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/direito/juiz-mantem-justa-causa-de-empregada-que-agrediu-colegas-de-trabalho/">Juiz mantém justa causa de empregada que agrediu colegas de trabalho.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/direito/juiz-mantem-justa-causa-de-empregada-que-agrediu-colegas-de-trabalho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mantida justa causa de empregado que assaltou mercado onde trabalhava.</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/penal/mantida-justa-causa-de-empregado-que-assaltou-mercado-onde-trabalhava/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/penal/mantida-justa-causa-de-empregado-que-assaltou-mercado-onde-trabalhava/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 14:12:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[assalto supermercado]]></category>
		<category><![CDATA[justa causa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1011</guid>

					<description><![CDATA[<p>Turma analisou que prova contundente do assalto valida demissão por justa causa. 3ª turma do...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/penal/mantida-justa-causa-de-empregado-que-assaltou-mercado-onde-trabalhava/">Mantida justa causa de empregado que assaltou mercado onde trabalhava.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Turma analisou que prova contundente do assalto valida demissão por justa causa.</p>



<p>3ª turma do TRT da 4ª região manteve a despedida por justa causa de um encarregado de sessão que participou de um assalto ao supermercado onde trabalhava. Por unanimidade, os desembargadores mantiveram, no mérito, a sentença da juíza Amanda Stefania Fisch, da vara do Trabalho de Osório/RS.&nbsp;</p>



<p>Após dois anos de vínculo de emprego, o trabalhador foi preso preventivamente por participar do crime. Depois da soltura, a despedida aconteceu com base no ato de improbidade e incontinência de conduta ou mau procedimento, conforme alíneas &#8220;a&#8221; e &#8220;b&#8221; do artigo 482 da CLT, respectivamente.</p>



<p>Posteriormente denunciado pelo MP/RS, o processo transitou em julgado, com condenação superior a 10 anos de prisão.</p>



<p>Na ação trabalhista, ele tentou reverter a despedida por justa causa, sob alegação de que não teria participado do assalto. A partir da análise do processo, a juíza Amanda considerou incontroverso o envolvimento do autor no assalto cometido à sede da ré.</p>



<p>&#8220;A prova documental constante dos autos, aliada à consulta processual acerca do andamento da ação penal em comento, dão conta do ato lesivo praticado pelo autor em pormenores&#8221;, afirmou a magistrada.</p>



<p>O trabalhador recorreu ao Tribunal para reverter a decisão de 1º grau, mas a despedida por justa causa foi mantida. Os magistrados determinaram apenas o pagamento de férias e 13º salário proporcionais, além da multa do artigo 477,§ 8º da CLT.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-11-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1012" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-11-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-11-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-11-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-11-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-11.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A decisão ressaltou que é necessária a ocorrência dos seguintes requisitos para a configuração da justa causa: ato culposo ou doloso do empregado; gravidade do ato; tipificação legal (em regra, art. 482 da CLT); nexo de causalidade entre a falta e a penalidade aplicada; proporcionalidade da punição; imediatidade da punição; e inexistência de perdão tácito, dupla punição e discriminação.</p>



<p>No caso, o relator do acórdão, desembargador Gilberto Souza dos Santos, esclareceu que não houve afronta ao requisito da gradação das penas, em face da gravidade da falta cometida pelo empregado.</p>



<p>Para o desembargador, diante da prova contundente sobre ato que enquadre o empregado nas hipóteses previstas no artigo 482 da CLT, impõe-se o reconhecimento da validade da despedida por justa causa.</p>



<p>&#8220;A ruptura do contrato de trabalho por justa causa configura medida extrema adotada pelo empregador em relação à conduta faltosa do trabalhador. Reitero, que diversamente do alegado nas razões recursais, as condutas criminosas do reclamante estão satisfatoriamente demonstradas na ação penal ajuizada pelo Ministério Público, a qual foi julgada procedente.&#8221;</p>



<p>Participaram do julgamento os desembargadores Clóvis Fernando Schuch Santos e Ricardo Carvalho Fraga. Não houve recurso da decisão.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png" alt="" class="wp-image-832" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/penal/mantida-justa-causa-de-empregado-que-assaltou-mercado-onde-trabalhava/">Mantida justa causa de empregado que assaltou mercado onde trabalhava.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/penal/mantida-justa-causa-de-empregado-que-assaltou-mercado-onde-trabalhava/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF retoma hoje julgamento que pode impactar demissão sem justa causa.</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/civil/stf-retoma-hoje-julgamento-que-pode-impactar-demissao-sem-justa-causa/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/civil/stf-retoma-hoje-julgamento-que-pode-impactar-demissao-sem-justa-causa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 14:19:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[demissao]]></category>
		<category><![CDATA[justa causa]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[votos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=899</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ministros analisam validade de decreto de FHC que retirou Brasil da Convenção 158 da OIT....</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/civil/stf-retoma-hoje-julgamento-que-pode-impactar-demissao-sem-justa-causa/">STF retoma hoje julgamento que pode impactar demissão sem justa causa.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ministros analisam validade de decreto de FHC que retirou Brasil da Convenção 158 da OIT. Julgamento se arrasta há 26 anos.</p>



<p>STF retomou nesta sexta-feira, 19, julgamento de importante questão trabalhista: os ministros analisam a validade do decreto 2.100/96, de FHC, pelo qual o então presidente da República excluiu o Brasil da Convenção 158 da OIT.</p>



<p>A convenção protege o trabalhador de demissões arbitrárias. Sendo assim, o julgamento pode impactar as demissões sem justa causa.</p>



<p>O julgamento se arrasta há 26 anos e teve sucessivos pedidos de vista. Agora, análise segue em plenário virtual, com encerramento previsto para 26 de maio.</p>



<p><strong>O decreto</strong></p>



<p>Em 20 de dezembro de 1996, o então presidente Fernando Henrique Cardoso tornou público que a Convenção 158 da OIT deixaria de ser cumprida no Brasil por ter sido denunciada por nota do governo brasileiro à Organização Internacional do Trabalho. A denúncia foi registrada em 20 de novembro de 1996.</p>



<p>A convenção trata da demissão sem justa causa no mercado de trabalho. Quando um tratado internacional é firmado, como no caso da Convenção 158 da OIT, os países signatários têm um prazo para ratificar o acordo, e também para contestá-lo.&nbsp;</p>



<p>Ao apresentar uma denúncia, o país denunciante informa e torna público que a partir de uma determinada data aquele tratado deixará de vigorar internamente, ou seja, que houve rompimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/Plamjur-NEWS-5-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-900" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/Plamjur-NEWS-5-1-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/Plamjur-NEWS-5-1-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/Plamjur-NEWS-5-1-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/Plamjur-NEWS-5-1-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/Plamjur-NEWS-5-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>No STF</p>



<p>Após o decreto, em fevereiro de 1997, a Contag &#8211; Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, acionou o STF buscando obter a declaração de inconstitucionalidade do decreto.</p>



<p>A Contag alegou que a Convenção 158 da OIT foi aprovada e promulgada pelo Congresso e que o governo não poderia processar e deliberar a respeito da denúncia sem que fosse efetivamente discutida.</p>



<p>Além disso, a Confederação argumentou que o ato do governo feriu a Constituição, pois o Poder competente para aprovar tratados normativos é o Congresso, e igualmente competente para aprovar ou referendar a denúncia.&nbsp;</p>



<p>A CUT também entrou com ação questionando o decreto.</p>



<p>Pedidos de vista</p>



<p>A ação começou a ser julgada em 2003, com o voto do relator, ministro Maurício Corrêa, ocasião em que o ministro Nelson Jobim pediu vista.</p>



<p>Em 2006, Jobim proferiu voto-vista e o ministro Joaquim Barbosa pediu vista.</p>



<p>Em 2009, Barbosa deu voto-vista e a ministra Ellen Gracie pediu vista.</p>



<p>Em 2015, a ministra Rosa Weber, sucessora de Ellen, apresentou voto-vista e o ministro Teori Zavascki pediu vista.</p>



<p>Em 2016, quando Teori proferiu seu voto-vista, o ministro Dias Toffoli pediu vista.</p>



<p>Em 2022, a vista foi devolvida por Toffoli e o pedido veio de Gilmar Mendes, que agora devolveu o caso para julgamento.</p>



<p>Votos</p>



<p>Com seis votos já proferidos, há três vertentes diferentes, com dois votos cada.</p>



<p>Parcialmente procedente<br>O relator da matéria, ministro Maurício Corrêa, e o ministro Carlos Ayres Britto votaram no sentido de que a ação é procedente em parte. Eles defendem que, assim como o Congresso Nacional ratifica os tratados internacionais, deve ser ele o responsável a questioná-lo. Portanto, a revogação definitiva da eficácia do decreto depende de referendo do Congresso.</p>



<p>Para eles, o decreto presidencial em questão deve ter interpretação conforme o artigo 49, inciso I da Constituição, de forma a condicionar a denúncia da Convenção 158 da OIT ao referendo do Congresso.</p>



<p>Improcedente<br>Os ministros Nelson Jobim e Teori Zavaski&nbsp;votaram pela improcedência da ação.</p>



<p>Jobim entendeu que &#8220;no sistema constitucional brasileiro, a denúncia de tratado internacional é feita unilateralmente pelo presidente da República, que é o órgão que representa o país na ação&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Teori considerou imprescindível a anuência do Congresso, mas reconheceu a existência de um &#8220;senso comum institucional&#8221; que justificaria o voto pela improcedência no caso concreto. Em seu voto, incluiu&nbsp;a condição de que futuros tratados que forem denunciados sejam submetidos à análise do Congresso, e que seja discutida possível modulação.</p>



<p>No mesmo sentido votaram Dias Toffoli e Gilmar Mendes.</p>



<p>Para Toffoli, a denúncia pelo presidente da República de tratados internacionais aprovados pelo Congresso não prescinde de aprovação do Congresso para que produza seus efeitos no ordenamento jurídico. Em seu voto, o&nbsp;ministro formulou apelo ao legislador para que elabore disciplina acerca da denúncia de tratados internacionais, a qual preveja a chancela do Congresso como condição para produção dos efeitos.</p>



<p>Gilmar Mendes aderiu à proposta de &#8220;voto conciliador&#8221; de Teori, e aderiu a tese de Toffoli.&nbsp;</p>



<p>Procedente<br>O ministro Joaquim Barbosa e a ministra Rosa Weber votaram pela procedência da ação.</p>



<p>Na avaliação de Joaquim Barbosa, da mesma forma que um acordo internacional, para vigorar no Brasil, precisa ser assinado pelo presidente da República e submetido à ratificação do Congresso Nacional, a extinção desse tratado deve passar pelo mesmo processo. Caso contrário, há violação do texto constitucional, uma vez que o processo legislativo não foi respeitado.</p>



<p>Sucessora de Ellen, a ministra Rosa Weber apresentou voto pela inconstitucionalidade formal do decreto. Seu voto partiu da premissa de que, nos termos da Constituição, leis ordinárias não podem ser revogadas pelo presidente da República, e o decreto que formaliza a adesão do Brasil a um tratado internacional, aprovado e ratificado pelo Congresso, equivale a lei ordinária.</p>



<p>Ministro Ricardo&nbsp;Lewandowski, antes de se aposentar, adiantou o voto e acompanhou integralmente a ministra Rosa Weber.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png" alt="" class="wp-image-832" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/civil/stf-retoma-hoje-julgamento-que-pode-impactar-demissao-sem-justa-causa/">STF retoma hoje julgamento que pode impactar demissão sem justa causa.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/civil/stf-retoma-hoje-julgamento-que-pode-impactar-demissao-sem-justa-causa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
