<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de ex marido - Plamjur News</title>
	<atom:link href="https://plamjurbrasil.com/tag/ex-marido/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://plamjurbrasil.com/tag/ex-marido/</link>
	<description>Seu canal de notícias jurídicas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 13 Jun 2023 12:31:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.1</generator>

<image>
	<url>https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-logo-plamjur-fundo-transparente-1-300x93-opdb-op5de7e678671e31-39365977__opdb-op5de7e678671e31-39365977-32x32.webp</url>
	<title>Arquivo de ex marido - Plamjur News</title>
	<link>https://plamjurbrasil.com/tag/ex-marido/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>STJ condena homem a ressarcir banco condenado por subtração de bens de cofre.</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/consumidor/stj-condena-homem-a-ressarcir-banco-condenado-por-subtracao-de-bens-de-cofre/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/consumidor/stj-condena-homem-a-ressarcir-banco-condenado-por-subtracao-de-bens-de-cofre/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 12:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[cofre de banco]]></category>
		<category><![CDATA[ex marido]]></category>
		<category><![CDATA[ressarcir banco]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<category><![CDATA[subtração de bens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1083</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se a dívida solidária interessar exclusivamente a um dos devedores, ele deverá responder por ela...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/consumidor/stj-condena-homem-a-ressarcir-banco-condenado-por-subtracao-de-bens-de-cofre/">STJ condena homem a ressarcir banco condenado por subtração de bens de cofre.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se a dívida solidária interessar exclusivamente a um dos devedores, ele deverá responder por ela em sua totalidade. Com esse entendimento, a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça condenou um homem a ressarcir um banco que foi condenado por um ato ilícito que ele cometeu.</p>



<p>O homem subtraiu dinheiro e joias pertencentes à ex-mulher e que estavam guardadas em um cofre por ela alugado na sede do banco. Dessa maneira, a instituição financeira falhou no dever de vigilância e proteção do conteúdo depositado sob a sua guarda.</p>



<p>O episódio gerou uma ação de indenização em que o ex-marido e o banco foram condenados solidariamente a arcar com indenização de R$ 2,4 milhões. A instituição financeira pagou toda a dívida e ajuizou ação de regresso contra o homem.</p>



<p>O direito de regresso diz respeito à possibilidade de alguém ser ressarcido por danos e prejuízos causados por terceiros. No caso, o banco entendeu que deveria ser ressarcido pelo prejuízo causado pelo ato ilícito do homem que acessou indevidamente o cofre.</p>



<p>Ao analisar a ação de regresso, o Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu que o homem só deveria ser condenado a indenizar o banco em metade do valor, tendo em vista que a sentença reconheceu também a falha na prestação dos serviços na guarda do cofre.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-20-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1084" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-20-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-20-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-20-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-20-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-20.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Ao STJ, o banco recorreu pedindo a aplicação da regra do artigo 285 do Código Civil, segundo a qual &#8220;se a dívida solidária interessar exclusivamente a um dos devedores, responderá este por toda ela para com aquele que pagar&#8221;.</p>



<p>Relator da matéria, o ministro Moura Ribeiro entendeu que o homem deve indenizar o banco em 100% do valor da condenação. Isso porque a aplicação do artigo 285 do CC deve levar em conta a relação existente entre os codevedores a partir do cumprimento da sentença original.</p>



<p>Assim, nem sempre a solidariedade, na relação interna que se estabelece entre os devedores, determina a aplicação da regra da divisão igualitária do valor. Para averiguar a repartição interna da responsabilidade pela dívida, é preciso analisar a relação entre os codevedores no caso concreto.</p>



<p>Segundo o ministro Moura Ribeiro, o ato praticado pelo homem — subtrair os bens do cofre de maneira ilícita — foi a causa determinante dos danos sofridos pela instituição financeira. Assim, foi ele o único beneficiado com a fraude, razão pela qual deve arcar com a totalidade da dívida.</p>



<p>Nesse caso, a dívida é solidária entre homem e banco apenas na relação deles com a vítima. Na relação jurídica interna, o banco foi vítima do homem. Permitir que ele ressarcisse apenas metade do valor do dinheiro e joias levaria ao enriquecimento injustificado do autor do ilícito, segundo o magistrado.</p>



<p>&#8220;Não é jurídico que alguém se torne responsável pela culpa alheia, devendo, ao contrário, cada um responder por aquela em que incorrer&#8221;, resumiu o ministro Moura Ribeiro. A votação foi unânime na 3ª Turma do STJ.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png" alt="" class="wp-image-832" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/consumidor/stj-condena-homem-a-ressarcir-banco-condenado-por-subtracao-de-bens-de-cofre/">STJ condena homem a ressarcir banco condenado por subtração de bens de cofre.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/consumidor/stj-condena-homem-a-ressarcir-banco-condenado-por-subtracao-de-bens-de-cofre/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
