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	<title>Arquivo de advogados - Plamjur News</title>
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	<title>Arquivo de advogados - Plamjur News</title>
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		<title>Má-fé: Condenados advogados que peticionaram em nome de mulher morta.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2023 12:45:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Juiz também determinou que a OAB seja oficiada para apurar eventual falta ética. Juiz de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Juiz também determinou que a OAB seja oficiada para apurar eventual falta ética.</p>



<p></p>



<p>Juiz de Direito André Fernando Gigo Leme Netto, da 1ª vara Cível de Miracema do Tocantins/TO, condenou dois advogados ao pagamento de multa por litigância de má-fé. Eles peticionaram em nome de uma mulher já falecida. Na avaliação do magistrado, os causídicos despudoradamente alteraram a verdade dos fatos, tentando usar do processo para conseguir objetivo ilegal.</p>



<p>A petição inicial narra que um banco estaria efetuando descontos indevidos no benefício previdenciário de uma idosa, referente a um seguro que nunca contratou, com parcela mensal no valor de R$ 9,99. A ação foi ajuizada em 20/5/21.</p>



<p>Todavia, expedido o mandado de intimação pessoal, o oficial de Justiça certificou que a autora é falecida desde 4/11/20.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/07/Plamjur-NEWS-7-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1197" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/07/Plamjur-NEWS-7-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/07/Plamjur-NEWS-7-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/07/Plamjur-NEWS-7-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/07/Plamjur-NEWS-7-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/07/Plamjur-NEWS-7.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Ao analisar os autos, o juiz entendeu que o caso é de extinção por ausência de pressuposto de desenvolvimento válido e regular do processo.</p>



<p>&#8220;Neste contexto, imperioso reconhecer que resta ausente um dos pressupostos para constituição válida do processo, qual seja, a capacidade de ser parte, nos termos do artigo 6.º do Código Civil, &#8216;a existência da pessoa natural termina com a morte&#8217;.&#8221;</p>



<p>Não obstante, considerou que a condenação dos advogados em multa por litigância de má-fé é a medida de rigor.</p>



<p>&#8220;Está muito claro a litigância de má-fé do advogado, porque despudoradamente alterou a verdade dos fatos (art. 80, inciso II, CPC), tentando usar do processo para conseguir objetivo ilegal.&#8221;</p>



<p>Assim sendo, julgou extinto o processo sem resolução de mérito e condenou os causídicos que atuaram no processo em multa por litigância de má-fé em 10% sobre o valor atualizado da causa.</p>



<p>Além disso, determinou que a OAB seja oficiada para apurar eventual falta ética. E, por fim, oficiou também o Ministério Público estadual e as Polícias Judiciárias para conhecimento e providências que entenderem pertinentes.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png" alt="" class="wp-image-832" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
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		<title>TJ/SP libera patrimônio de reús para pagamento de honorários.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 18:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[criminal]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Penal]]></category>
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		<category><![CDATA[patrimonio de reu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Corte bandeirante negou provimento ao recurso interposto pelo Ministério Público. A 9ª câmara de Direito...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Corte bandeirante negou provimento ao recurso interposto pelo Ministério Público.</p>



<p>A 9ª câmara de Direito Criminal do TJ/SP determinou a liberação de até 20% do patrimônio sequestrado de três réus para o pagamento de honorários advocatícios, com base no § 2º, do art. 24-A, da lei 8.906/94. A 2ª instância negou provimento ao recurso interposto pelo Ministério Público paulista em face de decisão de 1º grau que determinava a liberação dos valores.</p>



<p>O MP/SP alegou que o atendimento ao pedido, em primeira instância, seria indevido, &#8220;pois o numerário apreendido tem origem ilícita, além de os apelados possuírem outras fontes de remuneração&#8221;.</p>



<p>A desembargadora Fátima Gomes não aceitou o argumento.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-4-2-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1188" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-4-2-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-4-2-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-4-2-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-4-2-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Plamjur-NEWS-4-2.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>&#8220;Não se ignora a existência de indícios veementes de que o patrimônio amealhado pelos réus constitua proveito de atividades criminosas que são objeto de ações penais que tramitam por este juízo, já que o grupo familiar, pelo que se pode concluir em cognição sumária, não dispunha de rendimentos lícitos que pudessem proporcionar-lhe a evolução patrimonial por ele experimentada. No entanto, não há, na legislação em vigor, espaço para qualquer discussão a respeito da origem do patrimônio, ao menos para fins de obstar a liberação de bens que a defesa pretende.&#8221;</p>



<p>A desembargadora afirmou que a regra do art. 24-A da lei 8.906/94, inserida pela lei 14.356/22, &#8220;é imperativa, determinando a liberação ao advogado de até 20% do patrimônio do cliente, para fins de pagamento de honorários e de despesas realizadas com a defesa, quando se estiver diante de bloqueio universal de bens, decorrente de ordem judicial&#8221;.</p>



<p>No caso dos autos, a constrição judicial incidiu sobre a totalidade dos bens dos réus. &#8220;Então, o comando legal, que é muito claro, não deixa ao juízo alternativa outra que não a liberação pretendida&#8221;, observou.</p>



<p>Ela ressaltou, ainda, que &#8220;os honorários advocatícios possuem natureza alimentar, nos termos do art. 85, §14 do Código de Processo Civil&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png" alt="" class="wp-image-832" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
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		<title>Golpistas usam nomes de advogados, bancas e até alugam salas comerciais.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 12:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estelionatários têm se aproveitado da relação de confiança entre clientes e advogados para praticar golpes....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estelionatários têm se aproveitado da relação de confiança entre clientes e advogados para praticar golpes. Por meio de ferramentas como o WhatsApp, os criminosos se passam por representantes de escritórios de advocacia e solicitam pagamentos para liberação de precatórios, acordos para equacionar dívidas e taxas judiciais.</p>



<p>O vice-presidente da seccional de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil,&nbsp;<strong>Leonardo Sica</strong>, disse à revista eletrônica&nbsp;<strong>Consultor Jurídico</strong>&nbsp;que tem acompanhado a situação de perto e que a entidade vem municiando a Polícia Civil com informações para o desmantelamento destas quadrilhas.&nbsp;</p>



<p>“Existem grupos organizados que têm se passado por advogados e representantes de escritórios. Eles usam&nbsp;informações públicas de processos, oferecem&nbsp;serviços ou cobram&nbsp;taxas para liberação de precatórios”, explica.&nbsp;</p>



<p>Existem dois inquéritos na Polícia Civil de São Paulo que investigam a atuação dos estelionatários. “O golpe na maior parte das vezes ocorre por WhatsApp, mas notamos aqui no estado que existem quadrilhas especializadas atuando de forma presencial. Os criminosos chegam a alugar salas comerciais para se passar por advogados e escritórios”, afirma. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/Plamjur-NEWS-14-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-927" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/Plamjur-NEWS-14-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/Plamjur-NEWS-14-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/Plamjur-NEWS-14-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/Plamjur-NEWS-14-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/Plamjur-NEWS-14.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Além de acompanhar de perto as investigações, a OAB-SP também tem buscado alertar seus associados&nbsp;para que orientem seus clientes. A seccional paulista da OAB é a que reúne o maior número de advogados do país, com 357 mil inscritos, mas a onda de golpes envolvendo profissionais e escritórios está longe de ser restrita a uma região.&nbsp;</p>



<p>Seccionais da OAB do Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Bahia e Santa Catarina, por exemplo, já divulgaram informes alertando seus inscritos e a sociedade sobre o problema.&nbsp;</p>



<p>Desde outubro de 2022,&nbsp;a OAB do Paraná tem promovido uma campanha informativa alertando sobre os cuidados para evitar esse tipo de golpe. Até maio deste ano, a entidade já havia recebido 237 denúncias.&nbsp;</p>



<p><strong>Vítimas de golpes</strong><br>O advogado&nbsp;<strong>Rodrigo Kanayama</strong>, do escritório Kanayama Advocacia, foi um dos profissionais que sofreu com esse tipo de problema. “Trabalhamos muito com Direito Público e, portanto, nossos processos envolvem muitos precatórios. Alguns clientes nossos têm sido abordados por golpistas que pedem o pagamento de taxas para liberação dos pagamentos’, afirma.&nbsp;</p>



<p>A metodologia dos golpes é bastante parecida. Segundo Kanayama, a maioria das abordagens é mesmo por WhatsApp. “Felizmente poucos clientes acabaram caindo no golpe. Que eu saiba, foram apenas dois, e um deles conseguiu reaver o dinheiro depois de entrar em contato com o banco. Outro infelizmente não conseguiu, mas por sorte não era um valor alto”, diz.&nbsp;</p>



<p><strong>Nasser Ahmad Allan</strong>, da Gasam Advocacia, também teve que lidar com tentativas de golpes envolvendo o nome do escritório. “Vira e mexe usam a imagem ou o nome de alguém aqui do escritório para tentar aplicar golpes. É o caso típico do bilhete premiado. O criminoso tenta vender uma vantagem mediante pagamento. Eles usam informações públicas dos processos e misturam com outras fantasiosas de modo que o discurso é verossímil”, explica.&nbsp;</p>



<p>Ele aponta que os golpistas&nbsp;estipulam&nbsp;prazos curtos para aproveitar&nbsp;descontos em acordos trabalhistas&nbsp;ou&nbsp;para o pagamento de&nbsp;taxas para liberação de precatórios, por exemplo. “Costumo dizer que se não tivéssemos meios de pagamentos tão ágeis no país o golpe não funcionaria. Só depois de fazer uma transferência ou Pix é que às vezes a pessoa se preocupa em ligar no telefone fixo do escritório”.&nbsp;</p>



<p>Em fevereiro deste ano, o juiz Eduardo Schmidt Ortiz, do Juizado Especial Cível de Palmas (PR),&nbsp;determinou que empresas de telefonia e de redes sociais colaborem para que o golpe do falso advogado seja contido no Paraná.</p>



<p>O julgador determinou a suspensão do funcionamento de números de telefone utilizados para aplicação do golpe, fornecimento de dados cadastrais, do IP utilizado pelos criminosos e suspensão dos serviços de mensagem dos golpistas.</p>



<p>A decisão foi provocada por pedido do&nbsp;<strong>Eduardo Tobera Filho</strong>, cujo escritório foi alvo da ação dos estelionatários.</p>



<p><strong>Sósia de escritório</strong><br>Em alguns casos, o nome dos escritórios de advocacia é envolvido em golpes contra pessoas que nem são seus clientes. A advogada&nbsp;<strong>Mérces da Silva Nunes</strong>, sócia do escritório Silva Nunes Advogados, chegou a ter a banca que fundou processada por conta da ação de golpistas.&nbsp;</p>



<p>O escritório de Mérces se chama Silva Nunes Advogados, mas acabou sendo processado por conta de um escritório fantasma chamado Escritório de Advocacia Silva e Nunes. “Eles mandam uma mensagem de WhatsApp se apresentando como advogados desse escritório quase homônimo ao meu e dizem ter um convênio com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) para renegociar dívidas com os mutuários”, explica.&nbsp;</p>



<p>O número do telefone usado pelos golpistas é da região noroeste de São Paulo e eles apresentam dados legítimos dos contratos que não são públicos. Mérces teve que fazer boletim de ocorrência e se defender na Justiça em um processo movido por uma das pessoas lesadas.&nbsp;</p>



<p>Ao analisar o caso, a juíza Raisa Alcântara Cruvinel Schneider, da Comarca de Ipaussu (SP),&nbsp;&nbsp;julgou a ação improcedente. Apesar da vitória na Justiça, a rotina de Mérces segue atribulada por conta da atuação dos golpistas. Ela invariavelmente tem que orientar pessoas abordadas pelo falso escritório.</p>



<p>“Muitas vezes as pessoas acham o nome do escritório no Google, ligam aqui e&nbsp;conseguimos evitar que ela caia no golpe, mas infelizmente algumas vítimas já chegaram a perder suas economias para tentar quitar o débito com a CDHU”, lamenta.&nbsp;</p>



<p>A ação dos golpistas do escritório fantasma tem contornos tão amplos que o setor de Habitação da Prefeitura de Registro (SP) chegou a divulgar, em 2021, um alerta sobre a ação dos fraudadores que ofereciam descontos de até 60% para pagamento de dívidas dos mutuários.&nbsp;</p>



<p><strong>Golpismo 2.0</strong><br>O uso do nome de advogados e de escritórios de advocacia para aplicar golpes não é exatamente algo novo, mas o avanço da tecnologia e a digitalização dos processos deu novas ferramentas para os golpistas. </p>



<p>“Tecnologia é muito bom, mas o ideal é que o primeiro contato que uma pessoa faça com o advogado ou com um escritório seja presencial. Com isso, o cliente poderá ter sempre os canais oficiais de comunicação dos escritórios já registrados e só fazer contato por meio deles”, explica Sica.</p>



<p>Outra orientação é verificar se o profissional que entra em contato em seu próprio nome ou em nome de um escritório possui registro na OAB.&nbsp;</p>



<p><strong>Nycolle Soares</strong>, sócia e CEO do Lara Martins Advogadas e presidente do Instituto Goiano de Direito Digital (IGDD), explica que como os processos via de regra são públicos é possível para qualquer cidadão ter acesso aos nomes das partes e muitas vezes até e-mails.&nbsp;</p>



<p>Em alguns casos, os golpistas chegam a transformar a assinatura digital de advogados em imagem para dar contornos mais realistas às abordagens. Em outros, utilizam e-mails parecidos com o dos escritórios.</p>



<p>“Apesar dos novos recursos, nenhum desses golpes é novo. Antes enviavam cartas em nome&nbsp;de escritórios, por exemplo. A grande questão quando falamos da digitalização de processos é a amplitude que esse tipo de golpe ganha. É muito rápido. Se antes uma quadrilha demorava meses para dar 100 golpes, hoje ela consegue em questão de horas. Temos uma base de dados gigantesca e muita facilidade de comunicação.&nbsp;&nbsp;Enviar uma mensagem de WhatsApp é muito simples”, explica.&nbsp;</p>



<p><strong>Vacina para golpe</strong><br>Todos os advogados e escritórios consultados pela&nbsp;<strong>ConJur</strong>&nbsp;têm feito uso da comunicação com o cliente para tentar evitar os golpes. São e-mails, malas diretas e alertas sobre o problema nos sites e nas redes sociais das bancas.</p>



<p>Esses cuidados têm sido tomados até mesmo por escritórios que ainda não sofreram com o problema. O Nelson Wilians e Advogados Associados, por exemplo, tem feito um esforço concentrado de comunicação para orientar seus clientes.&nbsp;</p>



<p><strong>Fernando Parro</strong>, sócio do Contencioso Cível, explica que frequentemente os sites e redes sociais da banca tem divulgado orientações para evitar os golpes, além de artigos sobre as novas práticas fraudulentas.&nbsp;</p>



<p>“Sempre orientamos nossos clientes a verificarem e confirmarem os dados de contas informadas para depósitos/transferência ou aqueles constantes em boletos, para ter certeza de que a razão social e o CNPJ é mesmo da empresa credora ou da empresa contratada pela credora”, explica.&nbsp;</p>



<p>Parro lembra que a maioria das empresas do segmento financeiro já possuem ferramentas online de validação de boletos para que os devedores que forem abordados com uma proposta irrecusável de negociação de dívidas, por exemplo, consigam confirmar a autenticidade do boleto recebido.&nbsp;</p>



<p>“Além disso, é importante manter contato com o gerente do banco ou empresa de crédito com quem habitualmente estão em contato para negociação para validarem as condições da oferta proposta por escritórios e empresas de cobrança, principalmente quando estão diante de vantagens excessivas”, alerta.</p>



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