<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Justiça - Plamjur News</title>
	<atom:link href="https://plamjurbrasil.com/category/justica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://plamjurbrasil.com/category/justica/</link>
	<description>Seu canal de notícias jurídicas!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 12 Jun 2024 17:57:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.1</generator>

<image>
	<url>https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-logo-plamjur-fundo-transparente-1-300x93-opdb-op5de7e678671e31-39365977__opdb-op5de7e678671e31-39365977-32x32.webp</url>
	<title>Arquivo de Justiça - Plamjur News</title>
	<link>https://plamjurbrasil.com/category/justica/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Empresa não tem que depositar FGTS durante licença, decide TST</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/previdenciario/empresa-nao-tem-que-depositar-fgts-durante-licenca-decide-tst/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/previdenciario/empresa-nao-tem-que-depositar-fgts-durante-licenca-decide-tst/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 17:57:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[fgts]]></category>
		<category><![CDATA[juiz]]></category>
		<category><![CDATA[tst]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1874</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os depósitos de FGTS somente são devidos pelo empregador quando reconhecida a relação de causa...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/previdenciario/empresa-nao-tem-que-depositar-fgts-durante-licenca-decide-tst/">Empresa não tem que depositar FGTS durante licença, decide TST</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os depósitos de FGTS somente são devidos pelo empregador quando reconhecida a relação de causa entre a doença adquirida pelo empregado e seu trabalho.</p>



<p>Com base nesse entendimento, a 1ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho isentou uma empresa de computadores de depositar o FGTS de uma representante de vendas no período em que ela ficou afastada pelo INSS por doença comum.</p>



<p>Na reclamação trabalhista, ajuizada em 2020, a representante de vendas, de Cachoeirinha (RS), disse que, de 2014 a 2015, havia recebido o auxílio-doença acidentário em razão de um cisto no punho direito.</p>



<p>Após esse período, ela conseguiu a manutenção do benefício na Justiça comum até que estivesse recuperada e fosse encaminhada à reabilitação profissional.</p>



<p>Como a empresa suspendeu os depósitos do FGTS no período de afastamento, ela requereu na Justiça o pagamento de todas as parcelas.</p>



<p>A empresa, em sua defesa, argumentou que, apesar da concessão do auxílio-doença na Justiça comum, a Justiça do Trabalho, em ação ajuizada em 2018 pela empregada, havia afastado a relação entre seu problema de saúde e o trabalho e julgado improcedente seu pedido de indenização por dano moral.</p>



<p>A decisão, já definitiva, se baseou na conclusão do laudo pericial de que a doença era causada por uma degeneração do tecido conjuntivo, e não pelas atividades desempenhadas.</p>



<p>O pedido de depósito do FGTS foi rejeitado pelo juízo de primeiro grau. </p>



<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) entendeu que a empresa tinha de respeitar a determinação do INSS que concedeu o benefício previdenciário, independentemente da decisão posterior da Justiça do Trabalho.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="1875" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-21-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1875" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-21-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-21-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-21-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-21-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-21.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">Nexo causal define obrigação</h2>



<p>Relator do recurso de revista da empresa, ministro Amaury Rodrigues, explicou que, conforme a Lei do FGTS (Lei 8.036/1990, artigo 15), o empregador é obrigado a depositar o FGTS nos casos de afastamento decorrente de licença por acidente do trabalho.</p>



<p>Ocorre que o TST, interpretando esse dispositivo, firmou o entendimento de que, uma vez não reconhecido em juízo o nexo de causalidade entre a doença e as atividades desenvolvidas na empresa, não há direito ao recolhimento dos depósitos no período de licença acidentária concedida pelo INSS. </p>



<p>Por unanimidade, a Turma confirmou a decisão do relator. <em>Com informações da assessoria de imprensa do TST.</em></p>



<p><strong>Ag-RR 20987-42.2020.5.04.0221</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/7IQ9X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=fgts&amp;utm_content=post"><img decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Suas-Peticoes-em-2-minutos-com-Inteligencia-Artificial-1.png" alt="" class="wp-image-1876" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Suas-Peticoes-em-2-minutos-com-Inteligencia-Artificial-1.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Suas-Peticoes-em-2-minutos-com-Inteligencia-Artificial-1-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Suas-Peticoes-em-2-minutos-com-Inteligencia-Artificial-1-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/previdenciario/empresa-nao-tem-que-depositar-fgts-durante-licenca-decide-tst/">Empresa não tem que depositar FGTS durante licença, decide TST</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/previdenciario/empresa-nao-tem-que-depositar-fgts-durante-licenca-decide-tst/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministro Fachin manda Ministério Público do RJ investigar Polícia Militar por monitoramento de advogado de direitos humanos</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/tribunal/fachin-determina-investigar-policia-militar/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/tribunal/fachin-determina-investigar-policia-militar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 21:39:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[fachin]]></category>
		<category><![CDATA[juiz]]></category>
		<category><![CDATA[pm]]></category>
		<category><![CDATA[RJ]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1870</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ministro do STF Edson Fachin determinou que o Ministério Público do Rio de Janeiro...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/tribunal/fachin-determina-investigar-policia-militar/">Ministro Fachin manda Ministério Público do RJ investigar Polícia Militar por monitoramento de advogado de direitos humanos</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ministro do STF Edson Fachin determinou que o Ministério Público do Rio de Janeiro instaure procedimento para investigar o monitoramento, pela PM, da atuação do advogado Joel Luiz Costa na Favela do Jacarezinho.</p>



<p>A situação para Fachin “Apresenta contornos de gravidade” e não atinge apenas os direitos individuais de Costa, pois coloca em risco “o legítimo exercício da advocacia e defesa de pessoas, sua liberdade e incolumidade”.</p>



<p>“Sem embargo, a imputação de possível instrumentalização indevida do aparato estatal para monitoramento policial de advogados. Com possível violação de prerrogativas profissionais e, em sentido mais amplo, defensores de direitos humanos, guarda relação com preceitos fundamentais e garantias constitucionais e merece esclarecimento e apuração pelas vias adequadas e pelos órgãos competentes”, ressaltou o ministro.</p>



<p>A decisão de Fachin foi proferida na ADPF 635. No caso, o STF determinou que o estado do Rio adotasse uma série de medidas para reduzir a violência policial.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-22-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1871" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-22-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-22-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-22-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-22-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-22.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Monitoramento do advogado</h2>



<p>Em relatório da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade do Jacarezinho, Joel Luiz Costa é apontado como defensor do Comando Vermelho, segundo o jornal&nbsp;<em>O Globo</em>.</p>



<p>No documento, a PM detalha a atuação da facção no Jacarezinho, indicando quem seriam os líderes do tráfico, outras atividades ilícitas e como seria lavado o dinheiro do crime.</p>



<p>Em seguida, os policiais identificam Joel Luiz Costa como “advogado da quadrilha”. </p>



<p>Os PMs citam o número da carteira de identidade (RG) do advogado e apontam que ele é “diretor do Instituto de Defesa da População Negra e integrante da Coalizão Negra por Direitos”.</p>



<p>O Instituto de Defesa da População Negra promove assistência jurídica à população negra e periférica, atua para coibir a violência policial e capacita advogadas e advogados negros, sobretudo na área criminal.</p>



<p>Costa foi um dos coordenadores do Observatório do Cidade Integrada, que tinha como um dos objetivos monitorar denúncias de violações de direitos humanos do programa Cidade Integrada, que visa à ocupação do território e à implementação de programas sociais. </p>



<p>A Favela do Jacarezinho foi a primeira a receber o programa do governo do estado.</p>



<p>Para o advogado, o relatório da PM demonstra uma clara tentativa de criminalizar a advocacia. </p>



<p>“Eu sou advogado criminal. Naturalmente, eu advogo para bandidos. Não é uma questão, já falei em outros espaços. É uma criminalização da minha atuação no movimento social e no enfrentamento à violência de Estado. Assim como os movimentos desse campo têm se movimentado em meu favor, a OAB também tem feito esse trabalho primoroso de estar ao meu lado, de fazer contato e de se botar à disposição no enfrentamento dessa violência, que também é uma violência contra todos os advogados do Rio de Janeiro”, afirmou ele.</p>



<p>A seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil, em nota, criticou o monitoramento de Costa. </p>



<p>“Num cenário de violência crescente contra membros da advocacia, alarma a seccional identificar uma mentalidade de criminalização da profissão por parte dos órgãos de segurança pública”, diz a OAB-RJ.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://edzz.la/7IQ9X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=fachin&amp;utm_content=post"><img decoding="async" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Suas-Peticoes-em-2-minutos-com-Inteligencia-Artificial.png" alt=""/></a></figure>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/tribunal/fachin-determina-investigar-policia-militar/">Ministro Fachin manda Ministério Público do RJ investigar Polícia Militar por monitoramento de advogado de direitos humanos</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/tribunal/fachin-determina-investigar-policia-militar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Corte Especial do STJ proíbe penhora de salário para pagar honorários</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/direito/corte-especial-do-stj-proibe-penhora-de-salario-para-pagar-honorarios/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/direito/corte-especial-do-stj-proibe-penhora-de-salario-para-pagar-honorarios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jun 2024 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[corte especial]]></category>
		<category><![CDATA[honorarios]]></category>
		<category><![CDATA[juiz]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1864</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por maioria de 7 a 5, colegiado definiu que a verba honorária sucumbencial não se...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/direito/corte-especial-do-stj-proibe-penhora-de-salario-para-pagar-honorarios/">Corte Especial do STJ proíbe penhora de salário para pagar honorários</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por maioria de 7 a 5, colegiado definiu que a verba honorária sucumbencial não se enquadra na exceção prevista no parágrafo 2º do artigo 833 do CPC.</p>



<p>A Corte Especial do STJ decidiu, nesta quarta-feira, 5, que&nbsp;a verba honorária sucumbencial, a despeito de sua natureza alimentar, não se enquadra na exceção prevista no parágrafo 2º do artigo 833 do CPC e, portanto, não pode&nbsp;haver penhora de verba remuneratória (como salários, aposentadorias e pensões) ou de saldo de caderneta de poupança até 40 salários-mínimos para o seu pagamento.</p>



<p>Com placar de 7 a 5, prevaleceu a vertente proposta pelo relator, ministro VIllas Bôas Cueva, para quem os honorários, apesar de terem natureza alimentar, não se confundem com prestação de alimentos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-15-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1865" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-15-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-15-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-15-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-15-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-15.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda</h2>



<p>Em 2020, em um placar apertado de 7 a 6, a Corte Especial negou provimento ao recurso de escritório de advocacia e&nbsp;decidiu&nbsp;pela impossibilidade da penhora de salário de credor para pagamento de honorários advocatícios.</p>



<p>Em debate estava a possibilidade de penhora com base no §2º do art. 833 do CPC/15. </p>



<p>O escritório recorrente alegou que não incide a regra da impenhorabilidade no caso de penhora para pagamento dos honorários, tendo em vista sua natureza alimentar.</p>



<p>Contudo, o tema foi admitindo ressalvas e não foi pacificado. Para resolver a questão, em maio de 2022, a Corte Especial levou o debate ao rito dos repetitivos como Tema 1.153, com a seguinte redação:</p>



<p> &#8220;Definir se os honorários advocatícios de sucumbência, em virtude da sua natureza alimentar, inserem-se ou não na exceção prevista no parágrafo 2º do artigo 833 do Código de Processo Civil de 2015 &#8211; pagamento de prestação alimentícia&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relator</h2>



<p>Ministro Cueva, relator, ponderou que a questão é muito controvertida e lembrou o placar apertado da Corte Especial em 2020. Em seu voto, S. Exa. confirmou a impenhorabilidade do salário na hipótese de seu uso para pagamento de honorários advocatícios.</p>



<p>Para Cueva, há uma distinção sutil, mas crucial, na definição da verba honorária.&nbsp;&#8220;A ideia é que honorários, apesar de terem natureza alimentar, não se confundem com prestação de alimentos&#8221;, afirmou.</p>



<p>O ministro ainda lembrou que para os profissionais da advocacia, os rendimentos não provêm exclusivamente das verbas de sucumbência, mas também dos honorários contratuais. </p>



<p>&#8220;Os honorários de sucumbência são devidos muitas vezes não à pessoa do advogado, mas à sociedade de advogados constituída como pessoa jurídica, a impor a necessária diferenciação em cada caso concretamente examinado.&#8221;</p>



<p>Por fim, o ministro ainda ressaltou circunstância de que a prerrogativa que se busca estender aos profissionais da advocacia, a depender da escassez de recursos financeiros do devedor, dificultará, podendo até mesmo impedir, o recebimento do crédito devido ao próprio cliente representado em juízo.&nbsp;</p>



<p>Nesse sentido, sugeriu a seguinte tese:</p>



<p>&#8220;A verba honorária sucumbencial, a despeito de sua natureza alimentar, não se enquadra na exceção prevista no parágrafo 2º do artigo 833 do Código de Processo Civil (penhora para pagamento de prestação alimentícia).&#8221;</p>



<p>Seguiram o relator os ministros&nbsp;João Otávio de Noronha, Nancy Andrighi, Herman Benjamin, Og Fernandes, Benedito Gonçalves e Maria Isabel Gallotti.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Divergência</h2>



<p>Ministro Humberto Martins, em divergência, propôs a seguinte tese:</p>



<p>&#8220;A verba honorária sucumbencial, em razão de sua natureza alimentar, amolda-se à exceção prevista no parágrafo 2º do artigo 833 do Código de Processo Civil (penhora para pagamento de prestação alimentícia).&#8221;</p>



<p>Ministro Raul Araujo, por sua vez, propôs uma tese para que a questão seja analisada caso a caso pelo julgador, assim sugerindo:</p>



<p>&#8220;Os honorários advocatícios, diante de sua natureza reconhecidamente alimentar, enquadram-se no conceito de prestação alimentícia, podendo o julgador, sopesando as circunstâncias de cada caso concreto e observando a proporcionalidade e razoabilidade, afastar a regra de impenhorabilidade das verbas remuneratórias e das quantias depositadas em caderneta de poupança, na forma prevista do parágrafo 2º do artigo 833 do CPC.&#8221;</p>



<p>Ficaram vencidos, por fim, os ministros Humberto Martins, Luís Felipe Salomão, Mauro Campbell, Raul Araujo e Antonio Carlos Ferreira.</p>



<p>Processos:&nbsp;REsp 1.954.380&nbsp;e&nbsp;REsp 1.954.382</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://edzz.la/H321G?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=stj-honorarios&amp;utm_content=post"><img decoding="async" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2.png" alt=""/></a></figure>



<p></p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/direito/corte-especial-do-stj-proibe-penhora-de-salario-para-pagar-honorarios/">Corte Especial do STJ proíbe penhora de salário para pagar honorários</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/direito/corte-especial-do-stj-proibe-penhora-de-salario-para-pagar-honorarios/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CNJ tem maioria para abrir processos administrativos disciplinares (PADs) contra magistrados da &#8216;lava jato&#8217;</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/politica/cnj-contra-desembargadores/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/politica/cnj-contra-desembargadores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jun 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[cnj]]></category>
		<category><![CDATA[lava jato]]></category>
		<category><![CDATA[moro]]></category>
		<category><![CDATA[pads]]></category>
		<category><![CDATA[vara federal de curitiba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1854</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Conselho Nacional de Justiça já tem maioria a favor da abertura de...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/politica/cnj-contra-desembargadores/">CNJ tem maioria para abrir processos administrativos disciplinares (PADs) contra magistrados da &#8216;lava jato&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Plenário do Conselho Nacional de Justiça já tem maioria a favor da abertura de processos administrativos disciplinares (PADs) contra os desembargadores Carlos Eduardo Thompson Flores e Loraci Flores de Lima, ambos do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, e os juízes Danilo Pereira Júnior e Gabriela Hardt, que atuaram na 13ª Vara Federal de Curitiba.</p>



<p>O julgamento virtual termina ao final desta sexta-feira (7/6). Diferentemente do que tem sido noticiado, oito conselheiros já votaram pela abertura dos PADs contra os magistrados atuantes na “lava jato”. Prevalece o entendimento do ministro Luis Felipe Salomão, corregedor nacional de Justiça e relator dos casos.</p>



<p>Salomão também defendeu o afastamento imediato dos magistrados de suas funções. Mas, até o momento, apenas seis conselheiros o acompanharam neste ponto. </p>



<p>O juiz Guilherme Guimarães Feliciano discordou dos afastamentos, embora tenha concordado com a abertura dos PADs.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-13-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1855" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-13-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-13-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-13-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-13-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-13.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Voto do relator</h2>



<p>Em seu voto, o relator apontou a existência de indícios de violações aos deveres funcionais da magistratura. Também explicou que a decisão se refere apenas aos elementos mínimos de materialidade dos fatos e autoria. O aprofundamento das investigações acontecerá nos PADs.</p>



<p>Thompson Flores, Danilo Lima e Loraci Pereira Júnior, o corregedor constatou “comportamento deliberado” de descumprimento de decisões do Supremo Tribunal Federal — como a&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2023-set-06/toffoli-declara-imprestaveis-provas-leniencia-odebrecht/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">invalidação</a>&nbsp;de provas obtidas por meio dos sistemas da Odebrecht, estipulada pelo ministro Dias Toffoli.</p>



<p>Além disso, os três magistrados proferiram decisões em ações penais da “lava jato” que estavam suspensas por decisão do STF.</p>



<p>“A conduta dos reclamados não é fruto de simples falta de zelo na prestação jurisdicional, havendo os indícios da prática de ‘<em>bypass&nbsp;</em>processual&#8217;”, indicou Salomão.</p>



<p>“Ao juiz é vedado decidir com base em critérios exclusivamente de ordem pessoal, realizando interpretação e aplicando a norma jurídica com base na sua formação puramente ideológica ou moral, em crenças pessoais ou opção política”, completou.</p>



<p>Já com relação a Hardt, o relator verificou indícios de falta de independência, imparcialidade, transparência e prudência, além do possível cometimento de crimes.</p>



<p>Isso porque a correição extraordinária feita pela Corregedoria Nacional de Justiça na 13ª Vara Federal de Curitiba mostrou “grave deficiência” na gestão de valores de acordos de delação e de leniência feitos com o Ministério Público Federal e ali homologados.</p>



<p>Em seu voto, Salomão levantou suspeitas de irregularidades nos repasses de valores depositados em contas judiciais à Petrobras, decorrentes dos acordos de colaboração e leniência.</p>



<p>Ele notou um “atípico direcionamento” dos recursos com a finalidade de “se obter o retorno dos valores na forma de pagamento de multa pela Petrobras às autoridades americanas”, a partir de um acordo de assunção de compromisso que destinava o dinheiro para fundações privadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Divergência</h2>



<p>Já o presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso,&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2024-mai-29/barroso-vota-para-negar-abrir-pad-contra-quatro-magistrados-da-lava-jato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">votou contra</a>&nbsp;a abertura dos PADs, mas ficou vencido. Até o momento, apenas o conselheiro Pablo Coutinho Barreto o acompanhou.</p>



<p>Barroso disse que o afastamento de magistrados deve ser medida excepcional e argumentou que não havia tal necessidade no caso.</p>



<p>Ele ressaltou que magistrados precisam atuar sem medo de represálias para prestar o melhor serviço possível à sociedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Histórico</h2>



<p>No último mês de abril, Salomão&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2024-abr-15/cnj-afasta-hardt-e-thompson-flores-apos-correicao-em-vara-da-lava-jato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">determinou</a>&nbsp;o afastamento de Flores, Lima, Pereira Júnior e Hardt, após o resultado da correição feita na 13ª Vara e no TRF-4.</p>



<p>Um dia depois, o Plenário do CNJ&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2024-abr-16/cnj-mantem-afastamento-de-desembargadores-do-trf-4-mas-cassa-o-de-hardt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manteve</a>&nbsp;o afastamento dos desembargadores, mas revogou o dos juízes.</p>



<p>No dia seguinte, o Plenário do CNJ, por 9 votos a 6,&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2024-abr-16/cnj-mantem-afastamento-de-desembargadores-do-trf-4-mas-cassa-o-de-hardt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manteve o afastamento</a>&nbsp;de Thompson Flores e Loraci Flores, mas revogou o de Gabriela Hardt e de Danilo Pereira Junior.</p>



<p>O ex-juiz e senador Sergio Moro (União Brasil-PR) também é parte em uma das reclamações disciplinares, mas, a pedido de Salomão, o procedimento foi desmembrado quanto a ele. A decisão sobre a abertura de PAD contra Moro está pendente.</p>



<p><strong>Processo 0006133-82.2023.2.00.0000</strong><br><strong>Processo 0006135-52.2023.2.00.0000</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/H321G?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=lava-jato&amp;utm_content=post"><img loading="lazy" decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-TESTE-AGORA.png" alt="" class="wp-image-791" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-TESTE-AGORA.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-TESTE-AGORA-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-TESTE-AGORA-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/politica/cnj-contra-desembargadores/">CNJ tem maioria para abrir processos administrativos disciplinares (PADs) contra magistrados da &#8216;lava jato&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/politica/cnj-contra-desembargadores/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tribunal de Justiça de São Paulo confirma condenação de ex-deputado estadual Fernando Cury</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/criminal/ex-deputado-condenado/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/criminal/ex-deputado-condenado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2024 12:48:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[criminal]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[deputado condenado]]></category>
		<category><![CDATA[fernando cury]]></category>
		<category><![CDATA[isa pena]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
		<category><![CDATA[tj]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1851</guid>

					<description><![CDATA[<p>A 12ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou nesta terça-feira (4/6)...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/criminal/ex-deputado-condenado/">Tribunal de Justiça de São Paulo confirma condenação de ex-deputado estadual Fernando Cury</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">A 12ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou nesta terça-feira (4/6) a condenação do ex-deputado estadual Fernando Cury (União Brasil) por importunação sexual contra a também ex-deputada Isa Pena (Psol). </h2>



<p>Os fatos que provocaram a sentença ocorreram em dezembro de 2021, durante sessão da Assembleia Legislativa paulista.</p>



<p>Conforme a decisão confirmada em segunda instância, a vítima relatou que se apoiou em um balcão e, nesse momento, foi surpreendida pela ação do ex-deputado. </p>



<p>Ele se aproximou por trás, encostou em seu corpo e tocou a lateral de seus seios e a costela.</p>



<p>Em sua sentença, o juízo da 18ª Vara Criminal Central de São Paulo afirmou que a negativa dos fatos apresentada pelo acusado foi confrontada pelo restante das provas produzidas nos autos. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-12-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1852" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-12-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-12-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-12-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-12-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-12.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>E também destaco que a palavra da vítima tem especial relevância em crimes sexuais, mesmo quando ocorrem de forma velada, sem a presença de testemunhas, o que não foi o caso, pois os fatos ocorreram em ambiente público.</p>



<p>“O depoimento da vítima foi corroborado pelo relato das testemunhas que estavam no local dos fatos e presenciaram a conduta do acusado, além das imagens feitas, as quais não deixam dúvidas de que ele importunou sexualmente a vítima, para atender sua lascívia, a abraçando por trás, encostando na vítima sem o seu consentimento, colocando a mão em seus seios, ainda que levemente e rápido. Não se extrai dos autos qualquer motivo para que a vítima se dispusesse a alterar a verdade, até mesmo porque há imagens que comprovam a narrativa apresentada por ela, inexistente qualquer razão para que buscasse deliberadamente prejudicar o acusado”, diz trecho da decisão.</p>



<p>A pena foi fixada em um ano, dois meses e 12 dias de reclusão em regime aberto, substituída por prestação pecuniária de 20 salários mínimos e prestação de serviços à comunidade por igual período ao da pena privativa de liberdade.</p>



<p>Isa Penna foi representada pelas advogadas <strong>Danyelle Galvão</strong>, <strong>Alice Kok</strong> e <strong>Mariana Serrano</strong>.</p>



<p><strong>Processo 0010697-27.2023.8.26.0050</strong></p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/H321G?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=isapena&amp;utm_content=post"><img loading="lazy" decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2.png" alt="" class="wp-image-823" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/criminal/ex-deputado-condenado/">Tribunal de Justiça de São Paulo confirma condenação de ex-deputado estadual Fernando Cury</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/criminal/ex-deputado-condenado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OAB vai ao Supremo Tribunal Federal contestar decisão de Alexandre de Moraes de aplicar multa a advogado</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/tribunal/oab-contesta-moraes/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/tribunal/oab-contesta-moraes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2024 12:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[criminal]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[daniel silveira]]></category>
		<category><![CDATA[juiz]]></category>
		<category><![CDATA[ministro]]></category>
		<category><![CDATA[moraes]]></category>
		<category><![CDATA[OAB]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[supremo]]></category>
		<category><![CDATA[supremo tribunal federal]]></category>
		<category><![CDATA[xandão]]></category>
		<category><![CDATA[xandao]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1846</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ministro afirmou que o advogado repetiu nos recursos pedidos que já haviam sido negados...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/tribunal/oab-contesta-moraes/">OAB vai ao Supremo Tribunal Federal contestar decisão de Alexandre de Moraes de aplicar multa a advogado</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">O ministro afirmou que o advogado repetiu nos recursos pedidos que já haviam sido negados anteriormente.</h2>



<p>A Ordem dos Advogados do Brasil enviará ao Supremo Tribunal Federal contestar a decisão do ministro Alexandre de Moraes de aplicar uma multa de R$ 2 mil ao advogado que defende o ex-deputado Daniel Silveira. </p>



<p>Segundo Moraes, o profissional repetiu pedidos que já haviam sido negados anteriormente.</p>



<p>De acordo com o presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, cabe à ordem a responsabilidade de punir um advogado. </p>



<p>“O procedimento adequado seria enviar um ofício à Ordem para que ela avalie e, se necessário, tome medidas disciplinares em relação à conduta ética do profissional. No entanto, isso não compete ao magistrado”, afirma Simonetti.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-11-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1847" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-11-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-11-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-11-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-11-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-11.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>“Assim como o CNMP é responsável por punir os membros do Ministério Público e o CNJ é responsável por punir os juízes, cabe à OAB a responsabilidade de punir um advogado. Neste caso, o procedimento adequado seria enviar um ofício à Ordem para que ela avalie e, se necessário, tome medidas disciplinares em relação à conduta ética do profissional. No entanto, isso não compete ao magistrado”, acrescenta.</p>



<p>O procurador nacional de Defesa de Prerrogativas, Alex Sarkis, afirma que todos os precedentes citados pelo ministro são anteriores à Lei 14.752, de dezembro de 2023, que eliminou a multa anteriormente prevista no artigo 265 do Código de Processo Penal.</p>



<p>“Iremos atuar diligentemente em defesa das prerrogativas. Estamos enfatizando a importância do cumprimento da lei, da mesma forma como temos insistido com o Supremo Tribunal Federal para que respeite outras prerrogativas, como o direito das sustentações orais. Infelizmente, temos observado que esses direitos estão sendo restringidos em julgamentos de agravos no STF, indo de encontro ao que está previsto na legislação. Não transigiremos com prerrogativa”, afirmou Sarkis.</p>



<p><a href="https://www.jota.info/autor/redacao-jota"></a></p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/tribunal/oab-contesta-moraes/">OAB vai ao Supremo Tribunal Federal contestar decisão de Alexandre de Moraes de aplicar multa a advogado</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/tribunal/oab-contesta-moraes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Daniel Alves: Justiça da Espanha dá liberdade provisória a ex-jogador sob fiança de 1 milhão de euros</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/justica/daniel-alves-justica-da-espanha-da-liberdade-provisoria-a-ex-jogador-sob-fianca-de-1-milhao-de-euros/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/justica/daniel-alves-justica-da-espanha-da-liberdade-provisoria-a-ex-jogador-sob-fianca-de-1-milhao-de-euros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 14:59:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[criminal]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[daniel alves]]></category>
		<category><![CDATA[estupro]]></category>
		<category><![CDATA[ex-jogador]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade provisória]]></category>
		<category><![CDATA[robinho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1829</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tribunal de Barcelona aceitou pedido da defesa para que ex-jogador aguarde em liberdade a decisão...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/justica/daniel-alves-justica-da-espanha-da-liberdade-provisoria-a-ex-jogador-sob-fianca-de-1-milhao-de-euros/">Daniel Alves: Justiça da Espanha dá liberdade provisória a ex-jogador sob fiança de 1 milhão de euros</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tribunal de Barcelona aceitou pedido da defesa para que ex-jogador aguarde em liberdade a decisão final. Alves recorreu da sentença que recebeu em fevereiro pelo crime de agressão sexual.</p>



<p>A Justiça de Barcelona aceitou nesta quarta-feira (20) o pedido de liberdade provisória do ex-jogador brasileiro Daniel Alves, condenado por estupro em fevereiro.</p>



<p><strong>Em decisão publicada nesta manhã, os juízes da Audiência Provincial de Barcelona &#8212; a instância mais alta da Justiça da cidade &#8212; aceitaram deixar Alves em liberdade provisória sob fiança de 1 milhão de euros (cerca de R$ 5,4 milhões), enquanto a defesa aguarda a sentença definitiva.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-9-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1830" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-9-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-9-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-9-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-9-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-9.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Em fevereiro, <a class="" href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2024/02/22/daniel-alves-sentenca-tribunal-espanha.ghtml">Alves foi condenado a quatro anos e meio de prisão pelo crime de agressão sexual </a>&#8212; ele foi acusado de estuprar uma mulher em uma boate em Barcelona. A defesa do ex-jogador recorreu da sentença e, na sequência, <a class="" href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2024/03/19/nao-vou-fugir-acredito-na-justica-diz-daniel-alves-em-audiencia.ghtml">pediu para que o brasileiro aguardasse a deliberação final em liberdade</a>.</p>



<p>Os juízes determinaram ainda, que, caso a defesa pague a fiança solicitada,&nbsp;<strong>todos os passaportes</strong>&nbsp;de Daniel Alves&nbsp;<strong>serão recolhidos pela Justiça&nbsp;</strong>&#8212; além de ser brasileiro, Alves também tem nacionalidade espanhola.</p>



<p>A sentença determinou que, caso pague a fiança e deixe a prisão, Daniel Alves:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>É&nbsp;<strong>obrigado a manter uma distância de pelo menos 1 quilômetro</strong>&nbsp;da residência da vítima, de seu local de trabalho ou de qualquer outro lugar frequentado por ela &#8212; a jovem é de Barcelona e também vive na capital catalã;</li>



<li>Também&nbsp;<strong>não pode tentar se comunicar com a denunciante&nbsp;</strong>através de nenhum meio;</li>



<li><strong>Não pode deixar a Espanha</strong>;</li>



<li><strong>Deve comparecer semanalmente</strong>&nbsp;ao Tribunal de Barcelona ou quantas vezes lhe for solicitado.</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O tribunal delibera, por maioria e com voto individual: &#8216;Acordar a prisão provisória de Daniel Alves, que pode ser evitada mediante o pagamento de uma fiança de 1.000.000 euros e, se o pagamento for verificado, e acordada a sua libertação provisória, ou retirada de ambos os passaportes, espanhol e brasileiro, a proibição de sair do território nacional, e a obrigação de comparecer semanalmente a este Tribunal Provincial, bem como quantas vezes for convocada pela Autoridade Judiciária&#8221;, disse a sentença.</p>
</blockquote>



<p>Na condenação por estupro, em fevereiro, a Justiça havia determinado prisão sem fiança para Alves. Já na sentença desta quarta,&nbsp;<strong>dois dos três juízes da Audiência de Barcelona entenderam que não há mais risco de fuga nem de repetição do crime</strong>, como alegou a defesa, e, por isso, aceitaram conceder a liberdade provisória.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/AD-247-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1831" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/AD-247-1-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/AD-247-1-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/AD-247-1-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/AD-247-1-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/AD-247-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p>Acesse agora: <a href="https://plamjur.com.br">www.plamjur.com.br</a></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/justica/daniel-alves-justica-da-espanha-da-liberdade-provisoria-a-ex-jogador-sob-fianca-de-1-milhao-de-euros/">Daniel Alves: Justiça da Espanha dá liberdade provisória a ex-jogador sob fiança de 1 milhão de euros</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/justica/daniel-alves-justica-da-espanha-da-liberdade-provisoria-a-ex-jogador-sob-fianca-de-1-milhao-de-euros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Questão racial&#8221;: Extra indenizará mulher revistada na saída de mercado.</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/consumidor/questao-racial-extra-indenizara-mulher-revistada-na-saida-de-mercado/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/consumidor/questao-racial-extra-indenizara-mulher-revistada-na-saida-de-mercado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 17:20:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[criminal]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[crime racial]]></category>
		<category><![CDATA[mulher indenizada por ser negra]]></category>
		<category><![CDATA[supermercado extra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1662</guid>

					<description><![CDATA[<p>Juiz entendeu que, mediante ausência do motivo pela qual a cliente foi abordada, o contexto...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/consumidor/questao-racial-extra-indenizara-mulher-revistada-na-saida-de-mercado/">&#8220;Questão racial&#8221;: Extra indenizará mulher revistada na saída de mercado.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Juiz entendeu que, mediante ausência do motivo pela qual a cliente foi abordada, o contexto de racismo estrutural efetivamente surge como móvel possível da conduta.</p>



<p>Cliente negra que foi barrada na saída do Extra e teve bolsa revistada pelo segurança do local será indenizada em R$ 12 mil por danos morais. Decisão é do juiz de Direito Théo Assuar Gragnano, da 12ª vara Cível de São Paulo/SP, ao verificar indícios de racismo no caso.</p>



<p>A mulher, que tem 56 anos e trabalha como empregada doméstica, alegou que foi a uma unidade do minimercado Extra em São Paulo/SP, para comprar pão. Após se dirigir ao caixa com o produto e observar a demora no atendimento, decidiu ir embora para outro compromisso, deixando o saco de pão em numa das prateleiras. No entanto, ao passar pela porta de saída, o segurança do local teria pegado sua bolsa e perguntado o que ela estaria levando dentro. Segundo a cliente, ela sentiu um constrangimento extremo ao ser acusada de furto, mesmo negando o ato.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/11/Plamjur-NEWS-2-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1663" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/11/Plamjur-NEWS-2-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/11/Plamjur-NEWS-2-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/11/Plamjur-NEWS-2-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/11/Plamjur-NEWS-2-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/11/Plamjur-NEWS-2.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Após inércia do gerente do mercado, a polícia militar foi acionada, sendo exposta durante aproximadamente meia hora, enquanto todos na loja passaram a olhá-la ou até mesmo rindo dela.&nbsp;A cliente afirma ter sido vítima de racismo, uma vez que outras pessoas brancas que também não compraram nada não foram abordadas pelo segurança do estabelecimento.</p>



<p>Ao avaliar o caso, o juiz entendeu destacou que a empresa tomou conhecimento da situação na saída da loja e, que mesmo assim, não se animou a produzir qualquer prova (seja oral ou das imagens de câmeras de segurança) para corrigir o serviço, conforme assentou-se na decisão de saneamento do processo.</p>



<p>&#8220;Reputa-se demonstrado, assim, que o segurança, suspeitando de furto, arrebatou a bolsa da autora à saída do estabelecimento, indagando-lhe, à frente de todos, &#8220;o que você tem aqui&#8221;.&#8221;</p>



<p>Ainda na sentença, o magistrado entendeu que a mulher foi abordada de forma abusiva, sem qualquer indício fundado da prática de delito e diante dos demais consumidores.</p>



<p>&#8220;A conduta do réu foi apta a vulnerar direitos da personalidade da autora, tanto de natureza subjetiva (à sua dignidade, pela humilhação e violência infligidas), como de cariz objetiva (pela exposição perante terceiros).&#8221;</p>



<p>O magistrado ainda destacou que mediante a falta da empresa em indicar o motivo pelo qual a mulher foi abordada, &#8220;a questão racial, em contexto de racismo estrutural, efetivamente surge como móvel possível da conduta&#8221;.</p>



<p>Dessa forma, o julgador determinou que a mulher seja indenizada em R$ 12 mil por danos morais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img loading="lazy" decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png" alt="" class="wp-image-832" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/consumidor/questao-racial-extra-indenizara-mulher-revistada-na-saida-de-mercado/">&#8220;Questão racial&#8221;: Extra indenizará mulher revistada na saída de mercado.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/consumidor/questao-racial-extra-indenizara-mulher-revistada-na-saida-de-mercado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Órgãos do Judiciário podem decidir a respeito de horas extras a servidores.</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/justica/orgaos-do-judiciario-podem-decidir-a-respeito-de-horas-extras-a-servidores/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/justica/orgaos-do-judiciario-podem-decidir-a-respeito-de-horas-extras-a-servidores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 15:41:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[hora extras a servidores]]></category>
		<category><![CDATA[órgãos judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[podem decidir]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1631</guid>

					<description><![CDATA[<p>Magistrado destacou entendimento do CNJ de que esse tipo de ato diz respeito a assuntos...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/justica/orgaos-do-judiciario-podem-decidir-a-respeito-de-horas-extras-a-servidores/">Órgãos do Judiciário podem decidir a respeito de horas extras a servidores.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Magistrado destacou entendimento do CNJ de que esse tipo de ato diz respeito a assuntos internos do órgão empregador.</p>



<p>A Associação dos Servidores da Justiça Trabalhista do Estado de Goiás recorreu ao TRF da 1ª região contra a sentença que negou os pedidos de pagamento de horas extras e de sobreaviso dos servidores. A 9ª turma da Corte negou o recurso com o entendimento de que esse é um assunto interno do órgão empregador, que tem autonomia para decidir sobre o pagamento das horas de plantão ou a concessão das folgas correspondentes.</p>



<p>Na apelação, a Associação pediu que a sentença fosse reformada para condenar a União ao pagamento de todas as horas extras realizadas pelos servidores que estavam escalados nos plantões judiciários (sábados, domingos e feriados), com adicional de 50% do valor da hora normal para trabalhos aos sábados e com adicional de 100% do valor da hora normal para trabalhos aos domingos e feriados nos últimos cinco anos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-1-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1632" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-1-1-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-1-1-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-1-1-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-1-1-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-1-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Regime de dedicação integral &#8211; Ao analisar o caso, o relator, desembargador federal Euler de Almeida, afirmou que &#8220;as horas de sobreaviso não se confundem com o trabalho prestado além da jornada, que se traduz em horas extras. Elas ocorrem quando o servidor fica em sua casa, em estado de alerta, aguardando um chamado potencial que pode ocorrer ou não. Se ele é chamado e tem que atender à demanda do órgão, não estará mais de sobreaviso, mas disponibilizando o seu tempo e, normalmente, a não ser que haja algum modo de compensação contratado, estará prestando horas extras&#8221;.</p>



<p>Nesse sentido, afirmou o magistrado que o entendimento do TST é o de que o sobreaviso só é reconhecido como &#8220;estado de disponibilidade&#8221; para celetistas. Então, segundo o relator, &#8220;para caracterizar plantão feito é necessário que haja, de fato, o cumprimento de atividades funcionais durante aquele determinado período&#8221;.</p>



<p>Em se tratando dos servidores públicos federais investidos em cargos em comissão, que é o caso em análise, o desembargador Euler explicou que o pagamento de horas extras encontra obstáculo, pois esses servidores estão submetidos ao regime de dedicação integral ao serviço, &#8220;o que autoriza a sua convocação sempre que houver interesse da administração&#8221;.</p>



<p>Outro ponto que o magistrado destacou é que no CNJ existe o entendimento de que esse tipo de ato diz respeito a assuntos internos do órgão empregador. Logo, é opção deste último o pagamento das horas de plantão ou a concessão das folgas correspondentes.</p>



<p>Nesse contexto e conforme destacado pelo juiz de 1º grau, &#8220;o ato normativo garantiu aos servidores folga compensatória em relação aos dias efetivamente trabalhados, não havendo, portanto, obrigação de pagamento de horas extraordinárias, o que é autorizado no art. 7°, XIII, da Constituição, aplicável aos servidores públicos nos termos do art. 39, § 3º&#8221;. O voto do desembargador foi no sentido de negar provimento à apelação.</p>



<p>Diante desse entendimento, a Turma acompanhou o voto do relator.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img loading="lazy" decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png" alt="" class="wp-image-832" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/justica/orgaos-do-judiciario-podem-decidir-a-respeito-de-horas-extras-a-servidores/">Órgãos do Judiciário podem decidir a respeito de horas extras a servidores.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/justica/orgaos-do-judiciario-podem-decidir-a-respeito-de-horas-extras-a-servidores/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Juiz nega vínculo a homem que cuidou da casa durante viagem da ex.</title>
		<link>https://plamjurbrasil.com/justica/juiz-nega-vinculo-a-homem-que-cuidou-da-casa-durante-viagem-da-ex/</link>
					<comments>https://plamjurbrasil.com/justica/juiz-nega-vinculo-a-homem-que-cuidou-da-casa-durante-viagem-da-ex/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 15:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[juiz nega vínculo]]></category>
		<category><![CDATA[viagem ex]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plamjurbrasil.com/?p=1625</guid>

					<description><![CDATA[<p>Magistrado de Minas Gerais julgou o caso considerando a &#8220;perspectiva de gênero&#8221;. A Justiça do...</p>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/justica/juiz-nega-vinculo-a-homem-que-cuidou-da-casa-durante-viagem-da-ex/">Juiz nega vínculo a homem que cuidou da casa durante viagem da ex.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Magistrado de Minas Gerais julgou o caso considerando a &#8220;perspectiva de gênero&#8221;.</p>



<p>A Justiça do Trabalho afastou o vínculo de emprego como&nbsp;&#8220;doméstico-cuidador&#8221;&nbsp;pretendido por homem que cuidou do filho e da casa da namorada durante viagem. A sentença é do juiz do Trabalho Henrique Macedo de Oliveira, no período em que atuou na 4ª vara do Trabalho de Uberaba/MG.</p>



<p>O homem alegou que foi admitido pela ex-companheira, em 13/4/2022, para a função de &#8220;doméstico-cuidador&#8221;, afirmando que trabalhou na casa dela até 17/5/2022, quando deixou de comparecer ao local em razão da falta de pagamento dos salários.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-22-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1626" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-22-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-22-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-22-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-22-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/10/Plamjur-NEWS-22.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Em defesa, a ex-companheira negou a existência do vínculo empregatício ou mesmo de qualquer prestação de serviços. Disse que, na verdade, ela e o reclamante mantinham um relacionamento amoroso na época e que, apenas em razão desse vínculo afetivo, deixou o filho aos cuidados do reclamante, enquanto realizava uma viagem a trabalho.</p>



<p>Ao avaliar o caso, o juiz ressaltou o protocolo lançado pelo CNJ, em 2021, para julgamento com perspectiva de gênero, que trouxe considerações teóricas sobre a questão da igualdade, justamente para que as decisões judiciais ocorram de forma a realizar o direito à igualdade e à não discriminação, evitando a repetição de estereótipos e a perpetuação de diferenças.</p>



<p>Nas palavras do referido juiz sentenciante:&nbsp;&#8220;Numa sociedade em que ainda se perpetuam alguns estereótipos de gênero, a exemplo da naturalização da atribuição às mulheres da responsabilidade sobre o cuidado, e as consequentes assimetrias que deles se originam, é cada vez mais necessário que essas nuances sejam observadas pelo magistrado na execução de seu ofício&#8221;.</p>



<p>Na conclusão do julgador, o homem se aproveitou de seu relacionamento com a mulher para obter vantagem ilícita, revelando um aspecto curioso da assimetria de gênero, em que um homem se sente à vontade para cobrar de uma mulher o pagamento pelos serviços domésticos realizados no curso do relacionamento, como se essas atribuições fossem incompatíveis com a sua performance masculina.</p>



<p>Dessa forma, concluiu que o autor se comportou de forma temerária, alterando a verdade dos fatos, sem qualquer explicação plausível, e utilizando-se do processo para conseguir objetivo ilegal. Nesse quadro, considerou-o litigante de má-fé e lhe aplicou a multa de 10% sobre o valor da causa, com fundamento no art. 793-B, II, III e V, combinado com o art. 793-C, ambos da CLT, reversível em favor da ré.</p>



<p>Por fim, o magistrado julgou improcedente o pedido do autor de reconhecimento da relação empregatícia, bem como os pedidos decorrentes, como pagamento de verbas rescisórias, FGTS, horas extras e indenização por danos materiais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img loading="lazy" decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png" alt="" class="wp-image-832" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-2-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
<p>O post <a href="https://plamjurbrasil.com/justica/juiz-nega-vinculo-a-homem-que-cuidou-da-casa-durante-viagem-da-ex/">Juiz nega vínculo a homem que cuidou da casa durante viagem da ex.</a> apareceu primeiro em <a href="https://plamjurbrasil.com">Plamjur News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plamjurbrasil.com/justica/juiz-nega-vinculo-a-homem-que-cuidou-da-casa-durante-viagem-da-ex/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
