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	<title>Plamjur Brasil, Autor em Plamjur News</title>
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	<title>Plamjur Brasil, Autor em Plamjur News</title>
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		<title>Empresa não tem que depositar FGTS durante licença, decide TST</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 17:57:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os depósitos de FGTS somente são devidos pelo empregador quando reconhecida a relação de causa...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os depósitos de FGTS somente são devidos pelo empregador quando reconhecida a relação de causa entre a doença adquirida pelo empregado e seu trabalho.</p>



<p>Com base nesse entendimento, a 1ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho isentou uma empresa de computadores de depositar o FGTS de uma representante de vendas no período em que ela ficou afastada pelo INSS por doença comum.</p>



<p>Na reclamação trabalhista, ajuizada em 2020, a representante de vendas, de Cachoeirinha (RS), disse que, de 2014 a 2015, havia recebido o auxílio-doença acidentário em razão de um cisto no punho direito.</p>



<p>Após esse período, ela conseguiu a manutenção do benefício na Justiça comum até que estivesse recuperada e fosse encaminhada à reabilitação profissional.</p>



<p>Como a empresa suspendeu os depósitos do FGTS no período de afastamento, ela requereu na Justiça o pagamento de todas as parcelas.</p>



<p>A empresa, em sua defesa, argumentou que, apesar da concessão do auxílio-doença na Justiça comum, a Justiça do Trabalho, em ação ajuizada em 2018 pela empregada, havia afastado a relação entre seu problema de saúde e o trabalho e julgado improcedente seu pedido de indenização por dano moral.</p>



<p>A decisão, já definitiva, se baseou na conclusão do laudo pericial de que a doença era causada por uma degeneração do tecido conjuntivo, e não pelas atividades desempenhadas.</p>



<p>O pedido de depósito do FGTS foi rejeitado pelo juízo de primeiro grau. </p>



<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) entendeu que a empresa tinha de respeitar a determinação do INSS que concedeu o benefício previdenciário, independentemente da decisão posterior da Justiça do Trabalho.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="1875" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-21-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1875" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-21-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-21-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-21-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-21-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-21.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">Nexo causal define obrigação</h2>



<p>Relator do recurso de revista da empresa, ministro Amaury Rodrigues, explicou que, conforme a Lei do FGTS (Lei 8.036/1990, artigo 15), o empregador é obrigado a depositar o FGTS nos casos de afastamento decorrente de licença por acidente do trabalho.</p>



<p>Ocorre que o TST, interpretando esse dispositivo, firmou o entendimento de que, uma vez não reconhecido em juízo o nexo de causalidade entre a doença e as atividades desenvolvidas na empresa, não há direito ao recolhimento dos depósitos no período de licença acidentária concedida pelo INSS. </p>



<p>Por unanimidade, a Turma confirmou a decisão do relator. <em>Com informações da assessoria de imprensa do TST.</em></p>



<p><strong>Ag-RR 20987-42.2020.5.04.0221</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/7IQ9X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=fgts&amp;utm_content=post"><img decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Suas-Peticoes-em-2-minutos-com-Inteligencia-Artificial-1.png" alt="" class="wp-image-1876" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Suas-Peticoes-em-2-minutos-com-Inteligencia-Artificial-1.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Suas-Peticoes-em-2-minutos-com-Inteligencia-Artificial-1-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Suas-Peticoes-em-2-minutos-com-Inteligencia-Artificial-1-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
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		<title>Ministro Fachin manda Ministério Público do RJ investigar Polícia Militar por monitoramento de advogado de direitos humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 21:39:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro do STF Edson Fachin determinou que o Ministério Público do Rio de Janeiro...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ministro do STF Edson Fachin determinou que o Ministério Público do Rio de Janeiro instaure procedimento para investigar o monitoramento, pela PM, da atuação do advogado Joel Luiz Costa na Favela do Jacarezinho.</p>



<p>A situação para Fachin “Apresenta contornos de gravidade” e não atinge apenas os direitos individuais de Costa, pois coloca em risco “o legítimo exercício da advocacia e defesa de pessoas, sua liberdade e incolumidade”.</p>



<p>“Sem embargo, a imputação de possível instrumentalização indevida do aparato estatal para monitoramento policial de advogados. Com possível violação de prerrogativas profissionais e, em sentido mais amplo, defensores de direitos humanos, guarda relação com preceitos fundamentais e garantias constitucionais e merece esclarecimento e apuração pelas vias adequadas e pelos órgãos competentes”, ressaltou o ministro.</p>



<p>A decisão de Fachin foi proferida na ADPF 635. No caso, o STF determinou que o estado do Rio adotasse uma série de medidas para reduzir a violência policial.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-22-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1871" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-22-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-22-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-22-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-22-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-22.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Monitoramento do advogado</h2>



<p>Em relatório da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade do Jacarezinho, Joel Luiz Costa é apontado como defensor do Comando Vermelho, segundo o jornal&nbsp;<em>O Globo</em>.</p>



<p>No documento, a PM detalha a atuação da facção no Jacarezinho, indicando quem seriam os líderes do tráfico, outras atividades ilícitas e como seria lavado o dinheiro do crime.</p>



<p>Em seguida, os policiais identificam Joel Luiz Costa como “advogado da quadrilha”. </p>



<p>Os PMs citam o número da carteira de identidade (RG) do advogado e apontam que ele é “diretor do Instituto de Defesa da População Negra e integrante da Coalizão Negra por Direitos”.</p>



<p>O Instituto de Defesa da População Negra promove assistência jurídica à população negra e periférica, atua para coibir a violência policial e capacita advogadas e advogados negros, sobretudo na área criminal.</p>



<p>Costa foi um dos coordenadores do Observatório do Cidade Integrada, que tinha como um dos objetivos monitorar denúncias de violações de direitos humanos do programa Cidade Integrada, que visa à ocupação do território e à implementação de programas sociais. </p>



<p>A Favela do Jacarezinho foi a primeira a receber o programa do governo do estado.</p>



<p>Para o advogado, o relatório da PM demonstra uma clara tentativa de criminalizar a advocacia. </p>



<p>“Eu sou advogado criminal. Naturalmente, eu advogo para bandidos. Não é uma questão, já falei em outros espaços. É uma criminalização da minha atuação no movimento social e no enfrentamento à violência de Estado. Assim como os movimentos desse campo têm se movimentado em meu favor, a OAB também tem feito esse trabalho primoroso de estar ao meu lado, de fazer contato e de se botar à disposição no enfrentamento dessa violência, que também é uma violência contra todos os advogados do Rio de Janeiro”, afirmou ele.</p>



<p>A seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil, em nota, criticou o monitoramento de Costa. </p>



<p>“Num cenário de violência crescente contra membros da advocacia, alarma a seccional identificar uma mentalidade de criminalização da profissão por parte dos órgãos de segurança pública”, diz a OAB-RJ.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://edzz.la/7IQ9X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=fachin&amp;utm_content=post"><img decoding="async" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Suas-Peticoes-em-2-minutos-com-Inteligencia-Artificial.png" alt=""/></a></figure>
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		<title>OAB/SP propõe aumento do teto de RPV para R$ 50 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[aumento do teto de rpv]]></category>
		<category><![CDATA[OAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ofício com a proposta foi entregue ao presidente da Alesp na quarta-feira. A OAB/SP busca...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ofício com a proposta foi entregue ao presidente da Alesp na quarta-feira.</p>



<p>A OAB/SP busca apoio junto a autoridades cabíveis, para aprovação de uma proposta de ampliação do teto de pagamento previsto na RPV &#8211; Requisição de Pequeno Valor, instrumento legal utilizado para evitar que pessoas com valores a receber em juízo até a faixa de R$ 15 mil não entrem na fila dos precatórios, seja ampliado para R$ 50 mil, com prazo de pagamento até 60 dias.</p>



<p>E na quarta-feira, 5, o vice-presidente da OAB/SP, Leonardo Sica, entregou ao presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, deputado estadual André do Prado, um ofício assinado pela presidente da seccional São Paulo, Patricia Vanzolini, solicitando apoio à medida de ampliação do teto da RPV.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-14-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1862" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-14-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-14-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-14-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-14-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-14.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Precatórios</h2>



<p>Na reunião com o líder da Alesp, Sica argumentou que o sistema de precatórios no Brasil sofre constantemente com o adiamento dos prazos de pagamento e quitação. </p>



<p>Com isso, milhares de pessoas permanecem aguardando o recebimento de valores que o Poder Judiciário já reconheceu como de direito delas.</p>



<p>No conteúdo do ofício, a OAB/SP destaca que no Estado de São Paulo, até 8 de novembro de 2019, grande parte das dívidas era quitada de forma célere por meio das RPVs, quando vigorava a lei estadual 11.377/03, por meio da qual eram considerados de pequeno valor os precatórios judiciários iguais ou inferiores a 1.135,2885 UFESPs &#8211; Unidades Fiscais do Estado de São Paulo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cenário</h2>



<p>Este cenário, entretanto, sofreu uma drástica alteração com a entrada em vigor da lei 17.205/19, que reduziu o teto das RPVs a 440, 214851 UFESPs, gerando uma diminuição equivalente a 61% do valor originário.</p>



<p>O ofício segue apontando o cenário vigente, o de que atualmente o Estado de São Paulo finalizou o pagamento dos precatórios alimentares vencidos em 2010 e ainda não iniciou o pagamento dos precatórios de 2011. </p>



<p>&#8220;Ou seja, em média, são 13 anos para o cumprimento de decisão judicial transitada em julgado&#8221;, indica o texto.</p>



<p>A seccional paulista ainda revela, no documento, que a redução do valor gerada pela lei 17.205/19 &#8220;em nada contribuiu com este cenário, muito pelo contrário, impactou direta e negativamente o já fragilizado sistema dos precatórios&#8221;.</p>



<p>Leonardo Sica avaliou como positiva a reunião na Assembleia Legislativa. </p>



<p>Nossa solicitação foi muito bem recebida pelo presidente da Alesp, que manifestou seu apoio, e esse é um importante passo para conseguirmos a aprovação de nossa proposta, comentou Sica.</p>



<p>&#8220;Já temos o ok do presidente da Alesp, agora faremos uma conversa com o governador de São Paulo&#8221;, concluiu o vice-presidente, sinalizando os próximos passos na busca de apoio a aprovação da proposta.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://edzz.la/H321G?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=oabsp&amp;utm_content=post"><img decoding="async" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2.png" alt=""/></a></figure>



<p></p>
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		<item>
		<title>Corte Especial do STJ proíbe penhora de salário para pagar honorários</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jun 2024 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por maioria de 7 a 5, colegiado definiu que a verba honorária sucumbencial não se...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por maioria de 7 a 5, colegiado definiu que a verba honorária sucumbencial não se enquadra na exceção prevista no parágrafo 2º do artigo 833 do CPC.</p>



<p>A Corte Especial do STJ decidiu, nesta quarta-feira, 5, que&nbsp;a verba honorária sucumbencial, a despeito de sua natureza alimentar, não se enquadra na exceção prevista no parágrafo 2º do artigo 833 do CPC e, portanto, não pode&nbsp;haver penhora de verba remuneratória (como salários, aposentadorias e pensões) ou de saldo de caderneta de poupança até 40 salários-mínimos para o seu pagamento.</p>



<p>Com placar de 7 a 5, prevaleceu a vertente proposta pelo relator, ministro VIllas Bôas Cueva, para quem os honorários, apesar de terem natureza alimentar, não se confundem com prestação de alimentos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-15-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1865" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-15-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-15-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-15-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-15-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-15.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda</h2>



<p>Em 2020, em um placar apertado de 7 a 6, a Corte Especial negou provimento ao recurso de escritório de advocacia e&nbsp;decidiu&nbsp;pela impossibilidade da penhora de salário de credor para pagamento de honorários advocatícios.</p>



<p>Em debate estava a possibilidade de penhora com base no §2º do art. 833 do CPC/15. </p>



<p>O escritório recorrente alegou que não incide a regra da impenhorabilidade no caso de penhora para pagamento dos honorários, tendo em vista sua natureza alimentar.</p>



<p>Contudo, o tema foi admitindo ressalvas e não foi pacificado. Para resolver a questão, em maio de 2022, a Corte Especial levou o debate ao rito dos repetitivos como Tema 1.153, com a seguinte redação:</p>



<p> &#8220;Definir se os honorários advocatícios de sucumbência, em virtude da sua natureza alimentar, inserem-se ou não na exceção prevista no parágrafo 2º do artigo 833 do Código de Processo Civil de 2015 &#8211; pagamento de prestação alimentícia&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relator</h2>



<p>Ministro Cueva, relator, ponderou que a questão é muito controvertida e lembrou o placar apertado da Corte Especial em 2020. Em seu voto, S. Exa. confirmou a impenhorabilidade do salário na hipótese de seu uso para pagamento de honorários advocatícios.</p>



<p>Para Cueva, há uma distinção sutil, mas crucial, na definição da verba honorária.&nbsp;&#8220;A ideia é que honorários, apesar de terem natureza alimentar, não se confundem com prestação de alimentos&#8221;, afirmou.</p>



<p>O ministro ainda lembrou que para os profissionais da advocacia, os rendimentos não provêm exclusivamente das verbas de sucumbência, mas também dos honorários contratuais. </p>



<p>&#8220;Os honorários de sucumbência são devidos muitas vezes não à pessoa do advogado, mas à sociedade de advogados constituída como pessoa jurídica, a impor a necessária diferenciação em cada caso concretamente examinado.&#8221;</p>



<p>Por fim, o ministro ainda ressaltou circunstância de que a prerrogativa que se busca estender aos profissionais da advocacia, a depender da escassez de recursos financeiros do devedor, dificultará, podendo até mesmo impedir, o recebimento do crédito devido ao próprio cliente representado em juízo.&nbsp;</p>



<p>Nesse sentido, sugeriu a seguinte tese:</p>



<p>&#8220;A verba honorária sucumbencial, a despeito de sua natureza alimentar, não se enquadra na exceção prevista no parágrafo 2º do artigo 833 do Código de Processo Civil (penhora para pagamento de prestação alimentícia).&#8221;</p>



<p>Seguiram o relator os ministros&nbsp;João Otávio de Noronha, Nancy Andrighi, Herman Benjamin, Og Fernandes, Benedito Gonçalves e Maria Isabel Gallotti.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Divergência</h2>



<p>Ministro Humberto Martins, em divergência, propôs a seguinte tese:</p>



<p>&#8220;A verba honorária sucumbencial, em razão de sua natureza alimentar, amolda-se à exceção prevista no parágrafo 2º do artigo 833 do Código de Processo Civil (penhora para pagamento de prestação alimentícia).&#8221;</p>



<p>Ministro Raul Araujo, por sua vez, propôs uma tese para que a questão seja analisada caso a caso pelo julgador, assim sugerindo:</p>



<p>&#8220;Os honorários advocatícios, diante de sua natureza reconhecidamente alimentar, enquadram-se no conceito de prestação alimentícia, podendo o julgador, sopesando as circunstâncias de cada caso concreto e observando a proporcionalidade e razoabilidade, afastar a regra de impenhorabilidade das verbas remuneratórias e das quantias depositadas em caderneta de poupança, na forma prevista do parágrafo 2º do artigo 833 do CPC.&#8221;</p>



<p>Ficaram vencidos, por fim, os ministros Humberto Martins, Luís Felipe Salomão, Mauro Campbell, Raul Araujo e Antonio Carlos Ferreira.</p>



<p>Processos:&nbsp;REsp 1.954.380&nbsp;e&nbsp;REsp 1.954.382</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://edzz.la/H321G?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=stj-honorarios&amp;utm_content=post"><img decoding="async" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2.png" alt=""/></a></figure>



<p></p>
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		<title>CNJ tem maioria para abrir processos administrativos disciplinares (PADs) contra magistrados da &#8216;lava jato&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jun 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
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		<category><![CDATA[lava jato]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Plenário do Conselho Nacional de Justiça já tem maioria a favor da abertura de processos administrativos disciplinares (PADs) contra os desembargadores Carlos Eduardo Thompson Flores e Loraci Flores de Lima, ambos do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, e os juízes Danilo Pereira Júnior e Gabriela Hardt, que atuaram na 13ª Vara Federal de Curitiba.</p>



<p>O julgamento virtual termina ao final desta sexta-feira (7/6). Diferentemente do que tem sido noticiado, oito conselheiros já votaram pela abertura dos PADs contra os magistrados atuantes na “lava jato”. Prevalece o entendimento do ministro Luis Felipe Salomão, corregedor nacional de Justiça e relator dos casos.</p>



<p>Salomão também defendeu o afastamento imediato dos magistrados de suas funções. Mas, até o momento, apenas seis conselheiros o acompanharam neste ponto. </p>



<p>O juiz Guilherme Guimarães Feliciano discordou dos afastamentos, embora tenha concordado com a abertura dos PADs.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-13-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1855" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-13-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-13-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-13-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-13-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-13.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Voto do relator</h2>



<p>Em seu voto, o relator apontou a existência de indícios de violações aos deveres funcionais da magistratura. Também explicou que a decisão se refere apenas aos elementos mínimos de materialidade dos fatos e autoria. O aprofundamento das investigações acontecerá nos PADs.</p>



<p>Thompson Flores, Danilo Lima e Loraci Pereira Júnior, o corregedor constatou “comportamento deliberado” de descumprimento de decisões do Supremo Tribunal Federal — como a&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2023-set-06/toffoli-declara-imprestaveis-provas-leniencia-odebrecht/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">invalidação</a>&nbsp;de provas obtidas por meio dos sistemas da Odebrecht, estipulada pelo ministro Dias Toffoli.</p>



<p>Além disso, os três magistrados proferiram decisões em ações penais da “lava jato” que estavam suspensas por decisão do STF.</p>



<p>“A conduta dos reclamados não é fruto de simples falta de zelo na prestação jurisdicional, havendo os indícios da prática de ‘<em>bypass&nbsp;</em>processual&#8217;”, indicou Salomão.</p>



<p>“Ao juiz é vedado decidir com base em critérios exclusivamente de ordem pessoal, realizando interpretação e aplicando a norma jurídica com base na sua formação puramente ideológica ou moral, em crenças pessoais ou opção política”, completou.</p>



<p>Já com relação a Hardt, o relator verificou indícios de falta de independência, imparcialidade, transparência e prudência, além do possível cometimento de crimes.</p>



<p>Isso porque a correição extraordinária feita pela Corregedoria Nacional de Justiça na 13ª Vara Federal de Curitiba mostrou “grave deficiência” na gestão de valores de acordos de delação e de leniência feitos com o Ministério Público Federal e ali homologados.</p>



<p>Em seu voto, Salomão levantou suspeitas de irregularidades nos repasses de valores depositados em contas judiciais à Petrobras, decorrentes dos acordos de colaboração e leniência.</p>



<p>Ele notou um “atípico direcionamento” dos recursos com a finalidade de “se obter o retorno dos valores na forma de pagamento de multa pela Petrobras às autoridades americanas”, a partir de um acordo de assunção de compromisso que destinava o dinheiro para fundações privadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Divergência</h2>



<p>Já o presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso,&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2024-mai-29/barroso-vota-para-negar-abrir-pad-contra-quatro-magistrados-da-lava-jato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">votou contra</a>&nbsp;a abertura dos PADs, mas ficou vencido. Até o momento, apenas o conselheiro Pablo Coutinho Barreto o acompanhou.</p>



<p>Barroso disse que o afastamento de magistrados deve ser medida excepcional e argumentou que não havia tal necessidade no caso.</p>



<p>Ele ressaltou que magistrados precisam atuar sem medo de represálias para prestar o melhor serviço possível à sociedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Histórico</h2>



<p>No último mês de abril, Salomão&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2024-abr-15/cnj-afasta-hardt-e-thompson-flores-apos-correicao-em-vara-da-lava-jato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">determinou</a>&nbsp;o afastamento de Flores, Lima, Pereira Júnior e Hardt, após o resultado da correição feita na 13ª Vara e no TRF-4.</p>



<p>Um dia depois, o Plenário do CNJ&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2024-abr-16/cnj-mantem-afastamento-de-desembargadores-do-trf-4-mas-cassa-o-de-hardt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manteve</a>&nbsp;o afastamento dos desembargadores, mas revogou o dos juízes.</p>



<p>No dia seguinte, o Plenário do CNJ, por 9 votos a 6,&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2024-abr-16/cnj-mantem-afastamento-de-desembargadores-do-trf-4-mas-cassa-o-de-hardt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manteve o afastamento</a>&nbsp;de Thompson Flores e Loraci Flores, mas revogou o de Gabriela Hardt e de Danilo Pereira Junior.</p>



<p>O ex-juiz e senador Sergio Moro (União Brasil-PR) também é parte em uma das reclamações disciplinares, mas, a pedido de Salomão, o procedimento foi desmembrado quanto a ele. A decisão sobre a abertura de PAD contra Moro está pendente.</p>



<p><strong>Processo 0006133-82.2023.2.00.0000</strong><br><strong>Processo 0006135-52.2023.2.00.0000</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/H321G?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=lava-jato&amp;utm_content=post"><img loading="lazy" decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-TESTE-AGORA.png" alt="" class="wp-image-791" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-TESTE-AGORA.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-TESTE-AGORA-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-TESTE-AGORA-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
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		<title>Tribunal de Justiça de São Paulo confirma condenação de ex-deputado estadual Fernando Cury</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2024 12:48:34 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">A 12ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou nesta terça-feira (4/6) a condenação do ex-deputado estadual Fernando Cury (União Brasil) por importunação sexual contra a também ex-deputada Isa Pena (Psol). </h2>



<p>Os fatos que provocaram a sentença ocorreram em dezembro de 2021, durante sessão da Assembleia Legislativa paulista.</p>



<p>Conforme a decisão confirmada em segunda instância, a vítima relatou que se apoiou em um balcão e, nesse momento, foi surpreendida pela ação do ex-deputado. </p>



<p>Ele se aproximou por trás, encostou em seu corpo e tocou a lateral de seus seios e a costela.</p>



<p>Em sua sentença, o juízo da 18ª Vara Criminal Central de São Paulo afirmou que a negativa dos fatos apresentada pelo acusado foi confrontada pelo restante das provas produzidas nos autos. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-12-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1852" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-12-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-12-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-12-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-12-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-12.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>E também destaco que a palavra da vítima tem especial relevância em crimes sexuais, mesmo quando ocorrem de forma velada, sem a presença de testemunhas, o que não foi o caso, pois os fatos ocorreram em ambiente público.</p>



<p>“O depoimento da vítima foi corroborado pelo relato das testemunhas que estavam no local dos fatos e presenciaram a conduta do acusado, além das imagens feitas, as quais não deixam dúvidas de que ele importunou sexualmente a vítima, para atender sua lascívia, a abraçando por trás, encostando na vítima sem o seu consentimento, colocando a mão em seus seios, ainda que levemente e rápido. Não se extrai dos autos qualquer motivo para que a vítima se dispusesse a alterar a verdade, até mesmo porque há imagens que comprovam a narrativa apresentada por ela, inexistente qualquer razão para que buscasse deliberadamente prejudicar o acusado”, diz trecho da decisão.</p>



<p>A pena foi fixada em um ano, dois meses e 12 dias de reclusão em regime aberto, substituída por prestação pecuniária de 20 salários mínimos e prestação de serviços à comunidade por igual período ao da pena privativa de liberdade.</p>



<p>Isa Penna foi representada pelas advogadas <strong>Danyelle Galvão</strong>, <strong>Alice Kok</strong> e <strong>Mariana Serrano</strong>.</p>



<p><strong>Processo 0010697-27.2023.8.26.0050</strong></p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/H321G?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=isapena&amp;utm_content=post"><img loading="lazy" decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2.png" alt="" class="wp-image-823" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
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		<item>
		<title>OAB vai ao Supremo Tribunal Federal contestar decisão de Alexandre de Moraes de aplicar multa a advogado</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2024 12:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro afirmou que o advogado repetiu nos recursos pedidos que já haviam sido negados...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">O ministro afirmou que o advogado repetiu nos recursos pedidos que já haviam sido negados anteriormente.</h2>



<p>A Ordem dos Advogados do Brasil enviará ao Supremo Tribunal Federal contestar a decisão do ministro Alexandre de Moraes de aplicar uma multa de R$ 2 mil ao advogado que defende o ex-deputado Daniel Silveira. </p>



<p>Segundo Moraes, o profissional repetiu pedidos que já haviam sido negados anteriormente.</p>



<p>De acordo com o presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, cabe à ordem a responsabilidade de punir um advogado. </p>



<p>“O procedimento adequado seria enviar um ofício à Ordem para que ela avalie e, se necessário, tome medidas disciplinares em relação à conduta ética do profissional. No entanto, isso não compete ao magistrado”, afirma Simonetti.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-11-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1847" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-11-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-11-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-11-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-11-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/06/Plamjur-NEWS-11.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>“Assim como o CNMP é responsável por punir os membros do Ministério Público e o CNJ é responsável por punir os juízes, cabe à OAB a responsabilidade de punir um advogado. Neste caso, o procedimento adequado seria enviar um ofício à Ordem para que ela avalie e, se necessário, tome medidas disciplinares em relação à conduta ética do profissional. No entanto, isso não compete ao magistrado”, acrescenta.</p>



<p>O procurador nacional de Defesa de Prerrogativas, Alex Sarkis, afirma que todos os precedentes citados pelo ministro são anteriores à Lei 14.752, de dezembro de 2023, que eliminou a multa anteriormente prevista no artigo 265 do Código de Processo Penal.</p>



<p>“Iremos atuar diligentemente em defesa das prerrogativas. Estamos enfatizando a importância do cumprimento da lei, da mesma forma como temos insistido com o Supremo Tribunal Federal para que respeite outras prerrogativas, como o direito das sustentações orais. Infelizmente, temos observado que esses direitos estão sendo restringidos em julgamentos de agravos no STF, indo de encontro ao que está previsto na legislação. Não transigiremos com prerrogativa”, afirmou Sarkis.</p>



<p><a href="https://www.jota.info/autor/redacao-jota"></a></p>
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		<title>Daniel Alves: Justiça da Espanha dá liberdade provisória a ex-jogador sob fiança de 1 milhão de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plamjur Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 14:59:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tribunal de Barcelona aceitou pedido da defesa para que ex-jogador aguarde em liberdade a decisão...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tribunal de Barcelona aceitou pedido da defesa para que ex-jogador aguarde em liberdade a decisão final. Alves recorreu da sentença que recebeu em fevereiro pelo crime de agressão sexual.</p>



<p>A Justiça de Barcelona aceitou nesta quarta-feira (20) o pedido de liberdade provisória do ex-jogador brasileiro Daniel Alves, condenado por estupro em fevereiro.</p>



<p><strong>Em decisão publicada nesta manhã, os juízes da Audiência Provincial de Barcelona &#8212; a instância mais alta da Justiça da cidade &#8212; aceitaram deixar Alves em liberdade provisória sob fiança de 1 milhão de euros (cerca de R$ 5,4 milhões), enquanto a defesa aguarda a sentença definitiva.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-9-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1830" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-9-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-9-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-9-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-9-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-9.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Em fevereiro, <a class="" href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2024/02/22/daniel-alves-sentenca-tribunal-espanha.ghtml">Alves foi condenado a quatro anos e meio de prisão pelo crime de agressão sexual </a>&#8212; ele foi acusado de estuprar uma mulher em uma boate em Barcelona. A defesa do ex-jogador recorreu da sentença e, na sequência, <a class="" href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2024/03/19/nao-vou-fugir-acredito-na-justica-diz-daniel-alves-em-audiencia.ghtml">pediu para que o brasileiro aguardasse a deliberação final em liberdade</a>.</p>



<p>Os juízes determinaram ainda, que, caso a defesa pague a fiança solicitada,&nbsp;<strong>todos os passaportes</strong>&nbsp;de Daniel Alves&nbsp;<strong>serão recolhidos pela Justiça&nbsp;</strong>&#8212; além de ser brasileiro, Alves também tem nacionalidade espanhola.</p>



<p>A sentença determinou que, caso pague a fiança e deixe a prisão, Daniel Alves:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>É&nbsp;<strong>obrigado a manter uma distância de pelo menos 1 quilômetro</strong>&nbsp;da residência da vítima, de seu local de trabalho ou de qualquer outro lugar frequentado por ela &#8212; a jovem é de Barcelona e também vive na capital catalã;</li>



<li>Também&nbsp;<strong>não pode tentar se comunicar com a denunciante&nbsp;</strong>através de nenhum meio;</li>



<li><strong>Não pode deixar a Espanha</strong>;</li>



<li><strong>Deve comparecer semanalmente</strong>&nbsp;ao Tribunal de Barcelona ou quantas vezes lhe for solicitado.</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O tribunal delibera, por maioria e com voto individual: &#8216;Acordar a prisão provisória de Daniel Alves, que pode ser evitada mediante o pagamento de uma fiança de 1.000.000 euros e, se o pagamento for verificado, e acordada a sua libertação provisória, ou retirada de ambos os passaportes, espanhol e brasileiro, a proibição de sair do território nacional, e a obrigação de comparecer semanalmente a este Tribunal Provincial, bem como quantas vezes for convocada pela Autoridade Judiciária&#8221;, disse a sentença.</p>
</blockquote>



<p>Na condenação por estupro, em fevereiro, a Justiça havia determinado prisão sem fiança para Alves. Já na sentença desta quarta,&nbsp;<strong>dois dos três juízes da Audiência de Barcelona entenderam que não há mais risco de fuga nem de repetição do crime</strong>, como alegou a defesa, e, por isso, aceitaram conceder a liberdade provisória.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/AD-247-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1831" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/AD-247-1-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/AD-247-1-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/AD-247-1-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/AD-247-1-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/AD-247-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



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<p></p>
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		<title>PEC sobre drogas começa a ser debatida em Plenário</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 14:32:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento maconha]]></category>
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<p>Fonte: Agência Senado</p>



<p>O Senado começou a debater nesta terça-feira (19), em Plenário, a PEC sobre drogas. Esta foi a primeira sessão de discussão do texto, que precisa passar por cinco sessões antes da votação em primeiro turno. A <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/160011" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PEC 45/2023</a> inclui na Constituição Federal a determinação de que a posse ou o porte de entorpecentes e drogas ilícitas afins são crimes, independentemente da quantidade. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-8-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1827" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-8-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-8-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-8-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-8-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/03/Plamjur-NEWS-8.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A proposta é do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, e foi apresentada em meio à discussão sobre o tema no Supremo Tribunal Federal (STF). Até agora, cinco ministros votaram pela inconstitucionalidade de enquadrar como crime unicamente o porte de maconha para uso pessoal. Outros três defendem a atual legislação (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2006-08-23;11343" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Lei de Entorpecentes</a>). A Suprema Corte também debate a quantidade que deverá ser considerada de uso pessoal: os valores propostos não ultrapassam 60 gramas. O julgamento está parado após um pedido de vista.</p>



<p>O relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador &nbsp;Efraim Filho (União-PB), acrescentou ao texto a garantia de que a distinção entre usuário e traficante deve ser respeitada pelo poder público, com penas alternativas à prisão e oferta de tratamento para usuários com dependência química.&nbsp;</p>



<p>A PEC foi <a href="/noticias/materias/2024/03/13/ccj-aprova-pec-das-drogas-que-vai-a-plenario" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aprovada por ampla maioria na Comissão e Justiça (CCJ)</a>. Se aprovada em primeiro turno pelo Plenário, ela ainda precisará passar por três sessões de discussão antes do segundo turno de votação. O quórum para a aprovação é de no mínimo três quintos da composição da Casa, ou seja, 49 senadores. Se aprovada, a PEC será enviada para a Câmara dos Deputados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img loading="lazy" decoding="async" width="930" height="100" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-TESTE-AGORA.png" alt="" class="wp-image-791" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-TESTE-AGORA.png 930w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-TESTE-AGORA-300x32.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/cropped-TESTE-AGORA-768x83.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></a></figure>
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		<title>Casal será restituído por contrato de programa de férias abusivo</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 16:11:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Magistrado considerou que, no caso, houve vício de consentimento. Juiz de Direito José Francisco Matos,...</p>
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<p>Magistrado considerou que, no caso, houve vício de consentimento.</p>



<p>Juiz de Direito José Francisco Matos, da 4ª vara Cível de São Caetano do Sul/SP, rescindiu contrato de &#8220;programa de férias&#8221; e determinou que a rede de hotéis e empresa intermediadora reembolsem integralmente os consumidores. Segundo o magistrado, há abusividade na forma como o contrato é comercializado,&nbsp;&#8220;muitas vezes com emprego de técnicas agressivas de persuasão, com informações imprecisas e falta de informações sobre seus riscos&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/01/Plamjur-NEWS-7-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1774" srcset="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/01/Plamjur-NEWS-7-1024x1024.png 1024w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/01/Plamjur-NEWS-7-300x300.png 300w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/01/Plamjur-NEWS-7-150x150.png 150w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/01/Plamjur-NEWS-7-768x768.png 768w, https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2024/01/Plamjur-NEWS-7.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Um casal afirmou ter sido abordado repetidamente durante suas férias para firmar um contrato de &#8220;programa de férias&#8221;. Alegaram ter sido enganados quanto ao valor total do contrato e tentaram cancelá-lo, mas foram impedidos de fazê-lo devido a penalidades abusivas previstas no contrato.</p>



<p>Ao analisar o caso, o magistrado considerou que o contrato em si, relacionado à prestação de serviços de hospedagem no formato de tempo compartilhado, não é abusivo. Entretanto, identificou abusividade na forma de comercialização, caracterizada por técnicas agressivas de persuasão e falta de esclarecimentos, prejudicando a formação consciente da vontade do consumidor.</p>



<p>&#8220;A abusividade está na forma como o contrato é comercializado, muitas vezes com emprego de técnicas agressivas de persuasão, com informações imprecisas e falta de informações sobre seus riscos, levando o consumidor à adesão sem o devido esclarecimento, o que impossibilita a formação da vontade consciente e o amadurecimento necessários à conclusão dessa espécie de contrato de longa duração e de custo substancial.&#8221;</p>



<p>Dessa forma, concluiu pela existência de vício de consentimento e julgou procedente a ação, declarando a rescisão dos contratos e condenando as empresas, solidariamente, a restituírem integralmente os valores pagos pelos consumidores.</p>



<p>O escritório Engel Advogados atua na causa.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://edzz.la/JOT4X?a=10009496&amp;utm_source=blog&amp;utm_content=bannerpost"><img decoding="async" src="https://plamjurbrasil.com/wp-content/uploads/2023/05/TESTE-AGORA-2-1.png" alt=""/></a></figure>
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